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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Como fazer uma Flor de papel para o dia das mães

Tradicional flor de papel mexicana, muito usada em festas populares.

Para fazer, coloque umas 4 folhas de papel colorido (de preferência papel de seda) e dobre-as conforme a figura abaixo:



Agora corte as bordas do papel. É este o corte que vai dar a forma arredondada às pétalas.

Amarre o centro da flor com um arame ou outro material.

Solte as pétalas, abrindo-as delicadamente. Pronto!Fonte:

Flores para a Mamãe




Retirado do blog vida de professora

Coração de dobradura


terça-feira, 14 de abril de 2009

Dia das mães no mundo

2º domingo de maio – Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica
2º domingo de fevereiro – Noruega
2º domingo de outubro – Argentina
2º dia da primavera – Líbano
1º domingo de maio - Portugal
10 de maio – México
8 de dezembro – Espanha
Último domingo de maio – Suécia
4º domingo da Quaresma – Inglaterra

História do Dia da Mães


As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.
Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo
No Brasil a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921. A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366. Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.
Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal

SALMO DAS MÃES



Louvado sejais, meu Senhor, pelas nossas mães!
Louvado sejais, meu Senhor, por todas as mães:
Brancas ou negras, ricas ou pobres, simples ou cultas, desconhecidas ou universalmente célebres!
Louvado sejais, meu Senhor,porque todas são iguais diante do Mistério da Vida. Todas são mártires, mais ou menos santas. Trabalham contigo em equipe, para conservar a espécie humana.
Louvado sejais, meu Senhor, pelas mães sofredoras sob o peso dos anos, desfiguradas pelo trabalho, doadoras de muitas vidas...
Louvado sejais, meu Senhor, pelas mães amadas, velhinhas, queridas, que fazem de cada minuto vivido um gesto de gratuidade e respeito à vida.
Louvado sejais, meu Senhor, pela arte de amar e pela prece silenciosa no coração das mães, que nutre de energia a vida de seus filhos.

Às Mães


- às Mães que apesar das canseiras, dores e trabalhos, sorriem e riem, felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem “perder-se” nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos;

- às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez - talvez inoportuna e indesejada – por saberem que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado;

- às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;

- às Mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar...;

- às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho...;

- também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra Mãe...

-e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício...

-A todas as Mães, a todas sem exceção, um Abraço e um Beijo cheios de simpatia e de ternura! E Parabéns, mesmo que ninguém mais vos felicite! E Obrigado, mesmo que ninguém mais vos agradeça!

ORAÇÃO




Pai, tu, sendo Deus,
quiseste mostrar entre nós tua face materna...
Por isso criaste todas as mães!
Peço-te por minha mãe,
sinal concreto e visível de teu amor entre nós.
Multiplicai os seus dias em nosso meio!
Acompanha-a em todo riso e em toda lágrima,
todo trabalho e toda prece,
todo dia e toda noite!
Que tua bênção cubra de luz
a vida de minha mãe para que,
inundada de ti,
ela seja sempre mais Presença do divino em minha vida.

Amém!

Músicas para as mães


Como é Grande o Meu Amor Por Você

Roberto Carlos
Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Eu tenho tanto
Prá lhe falar
Mas com palavras
Não sei dizer
Como é grande
O meu amor
Por você...
E não há nada
Prá comparar
Para poder
Lhe explicar
Como é grande
O meu amor
Por você...
Nem mesmo o céu
Nem as estrelas
Nem mesmo o mar
E o infinito
Não é maior
Que o meu amor
Nem mais bonito...
Me desespero
A procurar
Alguma forma
De lhe falar
Como é grande
O meu amor
Por você...
Nunca se esqueça
Nem um segundo
Que eu tenho o amor
Maior do mundo
Como é grande
O meu amor
Por você...(2x)
Mas como é grande
O meu amor
Por você!...
Quando te vi

(Meredith Wilson - vers: Ronaldo Bastos)

Nem o sol, nem o mar
Nem o brilho das estrelas
Tudo isso não tem valor sem ter você
Sem você, nem o som da mais linda melodia
Nem os versos desta canção irão valer
Nem o perfume de todas as rosas
É igual a doce presença do seu amor
E o amor estava aqui
Mas eu nunca saberia
O que um dia se revelou
Quando te vi

MÃES MÁS

O texto, abaixo, foi entregue pelo professor de Ética e Cidadania da escola Objetivo/Americana, Sr. Roberto Candelori, a todos os alunos da sala de aula, para que entregassem a seus pais. A única condição solicitada pelo mesmo, foi de que cada aluno ficasse ao lado dos pais até que terminassem a leitura. Nos dias de hoje, sementes plantadas como a deste professor, creio que devem ser repassadas, afinal, o futuro pertence às nossas crianças e somos nós que as orientamos para a vida! Boa leitura a todos!
Referido texto, foi publicado recentemente por ocasião da morte estúpida de Tarcila Gusmão e Maria Eduarda Dourado, ambas de 16 anos, em Maracaípe - Porto de Galinhas.
Depois de 13 dias desaparecidas, as mães revelaram desconhecer os proprietários da casa onde as filhas tinham ido curtir o fim de semana. A tragédia abalou a opinião pública e o crime permanece sem resposta.

MÃES MÁS(Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra).

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
- Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci...
Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meu netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
- "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos torrados. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (ligava no nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Era quase uma prisão! Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia, que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:
- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS".
ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:
NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!

QUANDO MAMÃE VEIO PARA O CHÁ

Eu não tinha idéia de que ela estaria ali. Já tinha até ensaiado as desculpas para sua ausência. Quando minha professora anunciou que haveria um chá em comemoração ao dia das mães na escola, eu tinha certeza de que minha mãe não estaria presente. Assim, não vou me esquecer da minha surpresa quando entrei no ginásio lindamente decorado e ela se encontrava lá! Olhei para minha mãe, sentada calmamente e sorrindo, e imaginei todas as manobras que aquela mulher extraordinária teve de fazer para participar comigo daquele chá. Quem estaria tomando conta da vovó? Depois do derrame, ela dependia totalmente da mamãe. Minhas três irmãs pequenas chegariam da escola antes de ela voltar. Quem as receberia, faria o almoço e as ajudaria com os deveres? Como conseguira chegar? Não tínhamos carro e ela não podia pagar um táxi. Teve de caminhar um bom pedaço até o ponto de ônibus, que só passava de hora em hora e caminhar mais cinco quadras até a escola. E ainda havia o lindo vestido vermelho com flores brancas, bastante adequado para a ocasião. Ele destacava o prateado que começava a aparecer no seu cabelo escuro. Não havia dinheiro para roupas novas e eu sabia que ela fizera uma dívida na loja para compra-lo. Fiquei tão orgulhosa! Servi-lhe o chá com o coração feliz e agradecido e a apresentei sem timidez para os meus colegas. Sentei-me à mesa com minha mãe naquele dia, exatamente como as outras meninas, e isso teve um imenso significado para mim. Seu olhar cheio de amor me dizia que ela entendera aquele sentimento. Nunca me esqueci daquele chá. Uma das promessas que fiz para mim mesma foi de me empenhar ao máximo para estar sempre perto dos meus filhos. É uma promessa difícil de manter no mundo agitado de hoje, mas a lembrança do que se passou comigo e minha mãe, e da importância que isso teve em minha vida, serve de estímulo para qualquer esforço. Basta que eu pense no dia em que mamãe veio para o chá.

MATERNIDADE: ELA MUDARÁ A SUA VIDA


NARRAÇÃO: Certo dia, conversávamos calmamente, eu e minha filha, quando ela me disse:

Filha: - Mamãe, eu estou em dúvida. A senhora acha que eu devo ter um filho?

Narração: Ela já estava casada há dois anos e nunca tinha manifestado a vontade de ter filhos.

Mãe: - Ter um filho mudará a sua vida.
Filha: - Eu sei, nada mais de saídas aos sábados, nada mais de viagens sem compromisso...

Narração: Mas não era disso que eu estava falando. Eu olhei para ela tentando decidir o que dizer. Eu queria dizer para ela o que ela nunca aprenderia em salas de aula. Eu queria dizer a ela que as cicatrizes físicas que nós temos para sermos mães, são curadas, mas que se tornar uma mãe deixaria nela marcas emocionais tão profundas que ela nunca mais esqueceria. Ela se tornaria para sempre uma mulher totalmente diferente.
Eu pensei em dizer a ela que ela nunca mais leria um jornal tranqüilamente sem pensar: E se fosse com o meu filho? Que ela rezaria incessantemente, dia e noite para que nada de mal jamais pudesse chegar perto de seus filhos: violência, drogas, fome... se pelo menos tivéssemos o poder de afastar tudo isso de nossos filhos... então ela pensaria que nenhum sofrimento seria maior do que ver o seu filho sofrer.

- Eu olhei atentamente para as suas unhas cuidadosamente pintadas, e a sua roupa da moda e pensei em dizer a ela que não importa o quão sofisticada ela seja, se tornar uma mãe vai faze-la na maioria das vezes esquecer de si própria. Que o mais simples chamado de “mamãe” vai faze-la esbarrar no caríssimo jarro de cristal e quebrar suas unhas tão ricamente esmaltadas sem um minuto de hesitação.
- Eu senti que deveria avisar a ela que não importava a quantidade de anos que ela investiu na carreira, pois esta seria deixada em Segundo plano por causa de seus filhos. Que ela poderia até arranjar ótimas babás e creches, mas que um dia ao se preparar para ir trabalhar ela sentiria seu filho febril e simplesmente não conseguiria mais sair de perto dele até que ele melhorasse.
Eu queria dizer a ela que por mais segura que ela fosse em relação ao seu trabalho ou a sua vida particular, ela sempre pensaria duas, três, quarto vezes no que diria respeito a sua relação com seus filhos.
- Olhando para a minha linda e bem sucedida filha, eu queria assegurar a ela que ela poderia até perder os quilos a mais que ela ganharia com a gravidez, mas que ela nunca mais se sentiria a mesma. Que a sua vida até agora tão importante, seria deixada de lado a partir do momento que ela tivesse um filho. Que ela desistiria de tudo para que seus filhos pudessem realizar os próprios sonhos, mas que ela sempre se recordaria dos sonhos que ela acalentava antes da maternidade, e que teve que abandonar.
- Eu queria descrever para ela a maravilhosa sensação de se ver um filho dando os primeiros passos, indo pela primeira vez para a escola, arrumando o primeiro emprego. Também queria falar da preocupação de ver o filho indo a primeira festinha sozinho,ou tendo as difíceis crises de adolescência, ou as dificuldades que ele está enfrentando na escola. Mas também queria falar na alegria que é vê-lo chegar em casa e confiando a você o segredo da namoradinha que arranjou, ou das dúvidas que ele está enfrentando ou da confiança que ele tem em você ajuda-lo a estudar para a próxima prova.
- Eu queria fazer com que ela experimentasse estas sensações que são tão reais que chegam a doer. O que é ajudar a formar o caráter de uma criança, o que é auxiliar um adolescente a fazer as próprias escolhas, o que é querer a todo custo proteger seus filhos do mundo, mesmo sabendo que eles vão criar asas e procurar seus próprios caminhos.

Mas o olhar de dúvida da minha filha me fez perceber que havia lágrimas em meus olhos e que ela estava querendo uma resposta. Então disse simplesmente a ela:

Mãe - VOCÊ NUNCA VAI SE ARREPENDER DE TER UM FILHO!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Dia das mães

Que cartão mais fofo esse. Foi enviado no grupo e amei!
Coloca-se oa poesia e deixa-se um espaço para a criança carimbar sua mãozinha.
Não é esta a imagem que foi postada, esta é só pra se ter uma idéia.


Às vezes, você se aborrece
Porque ainda sou criancinha
E sempre deixo marcas de dedos
Nos móveis da casa inteirinha.


Mas estou crescendo dia a dia
E logo adulto vou ser
E essas marcas de dedos
Vão todas desaparecer.

Agora deixo uma marca bem especial
Pra você nunca esquecer
Como eram meus dedinhos
Antes de eu crescer.

Para você mamãe, com todo o meu carinho!!