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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Reunião de Professores - Texto para reflexão

A floresta ameaçada

(Chico dos Bonecos – Adaptação: Maria Irene Pereira Vale)

Os bichos da Brejaúva viviam contentes na floresta. A natureza era boae esbanjava saúde.
Mas... Alguma coisa estranha começou a acontecer. As árvores eram derrubadas e os rios estavam imundos. E os bichos? Os bichos viviam brigando e não conversavam uns com os outros.
Então... Alguns bichinhos tomaram uma atitude: convidaram a bicharada da floresta da Brejaúva para "Um grande encontro geral". Tico-tico, Marreco, Sapo, Coelho, todos saíram por aí avisando, convidando, anunciando...
No dia marcado para a reunião, na hora marcada, no local marcado (debaixo da enorme paineira), começou a reunião:
_ Esta floresta está muito esquisita! Precisamos acabar com essa esquisitice e fazer dessa floresta uma festa!
Assim começou o "Grande encontro geral". A conversa estava muito animada mas logo começou uma confusão danada! Cada bicho tinha uma mania!
A Onça só quer mandar em todo mundo.
O Papagaio só fala, fala sem parar e não fala nada que se aproveite.
O Boi é aquela molezazaza.. . Pesadão, sossegado, paradão, tranquilo. Não sabe da força que tem. Fica remoendo as idéias. Demora uma eternidade para falar alguma coisa.
A Preguiça encosta numa pedra e puxa aquela soneca...
O Cavalo é uma brutalidade! Dá coices sem parar!
A Coruja nunca dá opinião. Está sempre de cara feia, mas presta uma atenção...
A Borboleta não pára quieta. Pula de um assunto para o outro. Não sabe o que está acontecendo na reunião, colhendo apenas o que já está pronto.
O Macaco sempre fazendo macaquices, tempo todo...
O Pavão fica sempre de leque aberto. Considera-se o mais bonito, o mais inteligente, o sabe tudo. Só quer aparecer.
A Cobra traiçoeira, perigosa, esperta e oportunista. Envenena o grupo. Está sempre fazendo fofoca.
O Gato fica em cima do muro. Mia... Mia... Não decide por uma posição. É covarde e está sempre na tocaia.
O Pombo sempre de conversinhas com o colega do lado.
O Urubu só vê carniça. É pessimista e descrente. Só quer ver o grupo morrer. Não acredita que propostas de modificações surtam efeito.
A Galinha d'angola não acredita em si mesma. O seu lema é "tô fraco... tô fraco..."
O Pato só quer sombra e água fresca. Não se envolve com nada e não quer saber de nada.
A Cigarra é omissa. Só gosta de cantar e está sempre na sua. O mundo pode acabar que ela não se preocupa.
O Leão é o todo poderoso, o rei de todos. Domina o grupo e faz tudo sozinho. Quando urra, todos se calam.
O Ratinho fica escondido pelos cantos. Tem medo dos outros animais. Sempre calado, se sente inferior.
A Hiena não tem opinião própria. Puxa o maior saco do leão e só gosta de quem está no poder.
A Lagartixa concorda com tudo com a cabeça. Quando diz alguma coisa, fala: "É isto mesmo".
A Formiga trabalhadora e ativista. Faz muita coisa, mas sem pensar. Não planeja e nem avalia. Vive abarrotada de serviço.
Amigo e amiga, responda com exatidão: Como pode essa bicharada chegar a uma conclusão?
Essa reunião atrapalhada, sem mão nem contramão, vai virar uma bananada, vai trazer chateação!

Responda com urgência! Chega de confusão! Como pode a bicharada resolver a situação?


Com qual(is) desse(s) bichos você se identifica?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Mães morrem quando querem


Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.

Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva – foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.

Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.

Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão… Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho “mãe” se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado “avó”. Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…

Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar… Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.

Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade…

(Alexandre Pelegi )

sexta-feira, 19 de junho de 2009

POR QUE ENSINAR VALORES? Celso Antunes


Dizer a uma criança de cinco anos para que coma salada, porque salada “faz bem” não a induz a devorá-la. Se o fizer, fará para agradar a mãe ou, pior ainda, comerá salada “apesar de detestá-la”, porque ainda que não ouse revelar, tem medo da mãe. A criança não gosta das saladas não porque a química que compõe seu organismo a rejeita, mas sim porque não compreende porque deve comer salada. As palavras da mãe não garantem a convicção e em seu nível de conhecimento, comer salada não faz qualquer sentido, ao contrário, por exemplo, de entupir-se de guloseimas. Em verdade, quem recusa a salada na criança não são as suas células gustativas que caracterizam o paladar, mas seu cérebro, pois o cérebro humano jamais aceita o que não lhe faz pleno sentido.
A referência à salada e a circunstância da criança são apenas exemplos simbólicos. Em qualquer idade, somente gostamos do que possui sentido e por esse motivo não somos capazes de decorar um punhado de palavras esdrúxulas, como por exemplo, “murufratagitrari, brucutrape, saratripiu”, mas guardamos com carinho o recado gostoso de que “amanhã será domingo de sol e a praia nos espera”. Se pensarmos bem, a aparente dificuldade da memória para registrar os dois recados acima é absolutamente a mesma, mas fixamos a segunda e não a primeira porque a segunda faz sentido. Em síntese, o “combustível” do cérebro humano é sempre a “significação” e quando tentam nos enfiar na memória frases sem essa essência, reagimos como reage a criança diante da salada imposta.
É por esse motivo que é importante ensinar valores.
Os valores não são como habitualmente se pensa atributos desejáveis ao ser humano, ou fundamentos da dignidade da pessoa, ou objeto de escolhas morais, ou qualidade que pode fazê-lo mais ou menos bonito no contexto social. Ao contrário, os valores são os alicerces da humanidade, a essência da preservação da espécie e o “alimento” que integra e faz prosperar os grupos sociais. Mais que isso, “Valores” são, em última instância, aquilo que pode ser vivenciado como algo que faz sentido e, dessa forma, como tudo quanto dá razão à vida. A vida biológica do homem, tal como a vida biológica da mosca, não necessita ser vivida. Representa simplesmente uma circunstância evolutiva, um acidente orgânico e dessa forma, basta durar apenas o tempo para se reproduzir. Com essa missão orgânica concluída, a vida não tem mais motivo e morrer ou não constitui apenas um acidente que termina outro que a gerou.
Mas, o homem não é apenas constituído por uma vida biológica. É uma vida que alcança a plenitude do sentido porque ama, sofre, constrói, se zanga, se surpreende, foge da tristeza, anseia pela felicidade, cultiva a simpatia, exibe compaixão, embaraça-se, assusta-se com a culpa, cresce com o orgulho, mortifica-se com a inveja e por isso tudo causa espanto e admiração, indignação ou desprezo. “Sem sentir-se “inundado” pelas emoções e pelos valores, a vida não é vida e se fosse possível não tê-los, bastava ao homem passar pela vida e não viver”.
É por esse motivo, insistimos que é importante ensinar valores.
Mas se não se duvida dessa importância, é essencial que se descubra que ensinar valores tal como se insiste com a criança que coma salada, implica em sua rejeição ou, pior ainda, em um domínio sem compreensão, uma aprendizagem sem significação, logo rejeitada pelo cérebro. Valores não se ensinam, pois, com conselhos.
Nada contra os conselhos. Se bonitos e bem intencionados até que não ficam mal em quem quer que seja. Mas, acredita-se que possam ser “apreendidos” representa uma outra história. Os valores, tal como as saladas, precisam de momentos certos para serem mostrados e, sobretudo, necessitam de exemplos para serem explorados, circunstâncias específicas para que sejam compreendidos, ambientes emocionalmente preparados para que sejam discutidos. Assim como não se discute a boa intenção da mãe em tentar empanturrar seu filho de cinco anos de saladas, também não se discute a intencionalidade de se ensinar valores de forma discursiva. Isso até pode ser satisfatório para a consciência de quem transmite, mas certamente é inútil para o cérebro de quem acolhe. Se é que acolhe.

domingo, 7 de junho de 2009

O nó do afeto


Houve uma reunião na escola.
A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças,
falando da necessidade da presença deles junto aos filhos.
Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães trabalhava fora,
ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saía tão cedo de casa,
que seu filho ainda dormia e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera.
Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim,
pois estava cada vez mais difícil sustentar a família.
E contou como isso o deixava angustiado,
por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana.
O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites,
quando chegava em casa.
Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol,
para que seu filho soubesse que ele estivera ali.
Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera.
E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola que, surpresa,
verificou ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe.
E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos têm de se comunicarem,
de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros.
O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente, de se fazer presente e,
o mais importante, de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale, é preciso que os filhos 'ouçam' o coração dos pais ou responsáveis, pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras.
É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto,
curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um simples nó.
E você?
Tem dado um nó no lençol do seu filho?

A LIÇÃO DA BORBOLETA

Fonte da imagem: www.programamomentoscomjesus.com/Reflex%C3%B5...

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.

Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.

Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.

O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.
Nós nunca poderíamos voar...

Ana Carolina - Só de sacanagem

Recebi do Grupo Professores Solidários...

Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, que reservo duramente para educar os meninos mais pobres que eu, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?
Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e dos justos que os precederam: “Não roubarás”, “Devolva o lápis do coleguinha”, “Esse apontador não é seu, minha filhinha”.
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar.
Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha ouvido falar esobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido,então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar.

Só de sacanagem!
Dirão: “Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba” e eu vou dizer: Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês.
Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.
Dirão: “É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal”.
Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.
Eu repito, ouviram? IMORTAL!
Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!

sábado, 6 de junho de 2009

FILHOS SÃO COMO NAVIOS...


Ao olhar um navio no porto, imaginamos que ele esteja no lugar mais seguro.
Entretanto, ele está em preparação e abastecimento para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras.
Dependendo do que a natureza lhe reserva, poderá desviar-se da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos.
Certamente regressará mais experiente pelas experiências adquiridas e enriquecido pelas diferentes culturas percorridas. E haverá gente no porto, feliz, à sua espera.
Assim são os FILHOS.
Estes têm nos PAIS, o seu porto seguro.
Por mais segurança e sentimentos de proteção que possam sentir junto aos seus pais, eles nasceram para singrar os mares da vida, correr os seus próprios riscos e viver os seus próprios empreendimentos.
Na certeza de que levarão consigo os exemplos dos pais, os conhecimentos aprendidos...
Porém, a proverbial provisão estará no interior de cada um:
A busca de encontrar a verdadeira felicidade.
No entanto, não há felicidade pronta, algo que possa ser herdado, doado ou transmitido.
Felicidade é uma conquista pessoal.
O lugar mais seguro onde o navio pode estar é no porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali.
Alguns pais pensam que serão, eternamente, o porto seguro dos filhos, esquecendo-se de os preparar para navegar e encontrar o seu próprio lugar, onde poderão sentir-se seguros, felizes e convictos de que, em outro tempo, deverão ser porto para outras pessoas.
Ninguém pode traçar o destino dos filhos.
Porém, todos devem estar conscientes de que estes devem levar na sua bagagem VALORES herdados, tais como:
HUMILDADE,
HONESTIDADE,
DISCIPLINA,
RESPEITO,
DILIGÊNCIA,
PERSEVERANÇA,
CORAGEM,
GRATIDÃO
E GENEROSIDADE.
Filhos nascem para se tornar um dia CIDADÃOS NESTE MUNDO.
Os pais podem desejar o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles.
Podem contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.
Os pais não devem manipular os passos dos filhos nem estes, repousar sobre as conquistas paternas.
Entretanto, para isso, precisam ser preparados e amados, na certeza de que:
“QUEM AMA EDUCA”

sexta-feira, 5 de junho de 2009

ESTRATÉGIA, sempre...


Um Homem de idade vivia sozinho em Minnesota. Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado. Seu único filho, que normalmente o ajudava nesta tarefa, estava na prisão.O homem então escreveu a seguinte carta ao filho, reclamando de seu problema: "Querido Filho, Estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar meujardim este ano. Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava flores e esta é a época do plantio. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar com o jardim, pois estás na prisão.
Com amor, Seu pai."
Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama: "PELO AMOR DE DEUS, pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos" Como as correspondências eram monitoradas na prisão... Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de Agentes do FBI e Policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo.
Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.Esta foi a resposta: "Pode plantar seu jardim agora, pai. Isso é o máximo que eu posso fazer no momento."
Estratégia é tudo!!!
Nada como uma boa estratégia, para conseguir coisas que parecem impossíveis.Assim, é importante repensar nas pequenas coisas que muitas vezes, Nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas.

"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional."

Comercial da MetalSinter - linda mensagem

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Aproveite a vida

'A vida é curta
quebre regras
perdoe rapidamente
beije demoradamente,
ame verdadeiramente
ria incontrolavelmente
e nunca deixe de sorrir
por mais estranho que seja o motivo.
A vida não pode ser a festa que esperávamos
mas enquanto estamos aqui,
devemos dançar....'

domingo, 24 de maio de 2009

Algumas do Dr. Içami Tiba


Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/08.


1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

[...]

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

[...]

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

[...]

19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.

23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

[...]

26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.

Frase: "A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia..."
Fontes
Texto:
Imagem:

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Coisas da Vida


Já escondi um amor com medo de perdê - lo,
Já perdi um amor por escondê - lo...
Já segurei nas mãos de alguém por estar com medo,
Já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida,
Já me arrependi por isso...
Já passei noites chorando até pegar no sono,
Já fui dormir tão feliz,
Ao ponto de nem conseguir fechar os olhos...
Já acreditei em amores perfeitos,
Já descobri que eles não existem...
Já amei pessoas que me decepcionaram,
Já decepcionei pessoas que me amaram...
Já passei horas na frente do espelho
Tentando descobrir quem sou,
Já tive tanta certeza de mim,
Ao ponto de querer sumir...
Já menti e me arrependi depois,
Já falei a verdade
E também me arrependi...
Já fingi não dar importância a pessoas que amava,
Para mais tarde chorar quieto em meu canto...
Já sorri chorando lágrimas de tristeza,
Já chorei de tanto rir...
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena,
Já deixei de acreditar nas que realmente valiam...
Já tive crises de riso quando não podia...
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns,
Outras vezes falei o que não pensava para magoar outros...
Já fingi ser o que não sou para agradar uns,
Já fingi ser o que não sou para desagradar outros...
Já senti muita falta de alguém,
Mas nunca lhe disse...
Já gritei quando deveria calar,
Já calei quando deveria gritar...
Já contei piadas e mais piadas sem graça,
Apenas para ver um amigo mais feliz...
Já inventei histórias de final feliz
Para dar esperança a quem precisava...
Já sonhei demais,
Ao ponto de confundir com a realidade...
Já tive medo do escuro,
Hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali"...
Já caí inúmeras vezes Achando que não iria me reerguer,
Já me reergui inúmeras vezes
Achando que não cairia mais...
Já liguei para quem não queria
Apenas para não ligar para quem realmente queria...
Já corri atrás de um carro,
Por ele levar alguém que eu amava embora.
Já chamei pela mãe no meio da noite Fugindo de um pesadelo,
Mas ela não apareceu
E foi um pesadelo maior ainda...
Já chamei pessoas próximas de "amigo"
E descobri que não eram;
Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada
E sempre foram e serão especiais para mim...
Não me dêem formulas certas,
Porque eu não espero acertar sempre...
Não me mostre o que esperam de mim,
Porque vou seguir meu coração!...
Não me façam ser o que eu não sou,
Não me convidem a ser igual,
Porque sinceramente sou diferente!...
Não sei amar pela metade,
Não sei viver de mentiras,
Não sei voar com os pés no chão...
Sou sempre eu mesmo,
Mas com certeza não serei o mesmo para sempre
Fonte:

Como Nasce um Paradigma


Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centropuseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.

Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistaslançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão. Depois de certotempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada.

Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar datentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cincomacacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendorapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram.

Depois de alguma surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.

Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substitutoparticipado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado, erepetiu-se o facto. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foisubstituído.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nuncatendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegaràs bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentassesubir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempreforam assim por aqui..."Não devem perder a oportunidade de passar esta história para os vossos amigos,para que, de vez em quando, se questionem porque fazem algumas coisas sempensar ...


É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO"
Albert Einstein

sexta-feira, 8 de maio de 2009

O caderno


Sou eu quem vou seguir você
do primeiro rabisco até o bê-a-bá
em todos os desenhos coloridos vou estar
a casa, a montanha, duas nuvens no céu
e um sol a sorrir no papel

Sou eu que vou ser seu colega,
seus problemas ajudar a resolver
lhe acompanhar nas provas bimestrais, você vai ver
Serei de você confidente fiel,
se seu pranto molhar meu papel
Sou eu que vou ser seu amigo,
Vou lhe dar abrigo, se você quiser
Quando surgirem seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel
O que está escrito em mim comigo
Ficará guardado, se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente, o que se há de fazer
Só peço a você um favor, se puder
Não me esqueça num canto qualquer
Eu não sei se você se recorda do seu primeiro caderno,
eu me recordo do meu.
Com ele eu aprendi muita coisa,
foi nele que eu descobri que a experiência dos erros.
Ela é tão importante quanto às experiências dos acertos,
Porque vistos de um jeito certo, os erros,
Eles nos preparam para nossas vitórias e conquistas futuras
Porque não há aprendizado na vida
que não passe pelas experiências dos erros
O caderno é uma metáfora da vida,
Quando os erros cometidos eram demais, eu me recordo,
Que a nossa professora nos sugeria que a gente virasse a página.
Era um jeito interessante de descobrir a graça que há nos recomeços.
Ao virar a página, os erros cometidos deixavam de nos incomodar
e a partir deles, A gente seguia um pouco mais crescido.
O caderno nos ensina que erros não precisam ser fontes de castigos.
Erros podem ser fontes de virtudes!
Na vida é a mesma coisa, o erro tem que estar à serviço do aprendizado;
Ele não tem que ser fonte de culpas e vergonhas.
Nenhum ser humano pode ser verdadeiramente grande
sem que seja capaz de reconhecer os erros que cometeu na vida.
Uma coisa é a gente se arrepender do que fez!
Outra coisa é a gente se sentir culpado.
Culpas nos paralisam. Arrependimentos não!
Eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os erros cometidos.
Deus é semelhante ao caderno.
Ele nos permite os erros pra que a gente
aprenda a fazer do jeito certo.
Você tem errado muito?
Não importa, aceite de Deus essa nova página de vida que tem nome de hoje!
Recorde-se das lições do seu primeiro caderno.
Quando os erros são demais, vire a página!
(Pe. Fábio de Melo)
O que está escrito em mim comigo
Ficará guardado, se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente, o que se há de fazer
Só peço a você um favor, se puder
Não me esqueça num canto qualquer

quinta-feira, 7 de maio de 2009


Estavam duas crianças patinando em cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam sem preocupação. De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água. A outra criança vendo que seu amiguinho se afogava de baixo do gelo, pegou uma pedra e começou a golpear com todas as suas forças, conseguindo quebrá-lo e salvar seu amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
-Como você conseguiu fazer isso? É impossível que você tenha quebrado o gelo com essa pedra e suas mãos tão pequenas!
Nesse instante apareceu um ancião e disse:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram: Como?
O ancião respondeu:
- Não havia ninguém ao seu redor para dizer-lhe que ele não seria capaz.

Felicidade contra a gripe


Pessoas de bem com a vida tendem a se resfriar menos do que aquelas mais deprimidas ou nervosas. A conclusão é de um estudo feito por cientistas americanos, publicado na última edição da revista científica Medicina psicossomática. No trabalho, os pesquisadores compararam as reações do organismo de indivíduos mais felizes e de pessoas com sentimentos negativos à exposição aos vírus causadores de resfriados. Eles verificaram que aqueles que apresentam sentimentos positivos se infectam menos do que os demais e, quando ficam doentes, têm os sintomas mais leves.

Revista Isto É, 30 de julho de 2003, Edição nº 1765, coluna Viva Bem.

Doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas


Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista. Quando lhe perguntaram qual era a sua profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar. O funcionário insistiu: "o que eu pergunto é se tem um trabalho." "Claro que tenho um trabalho", exclamou Anne. "Sou mãe." "Nós não consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.
Uma amiga sua, chamada Marta soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo. Num determinado dia, ela se encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente. O formulário parecia enorme, interminável. A primeira pergunta foi: "qual é a sua ocupação?" Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:
"Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas." A funcionária fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar; "Posso perguntar, o que é que a senhora faz exactamente?"
Sem qualquer traço de agitação na voz, com muita calma, Marta explicou: "Desenvolvo um programa à longo prazo, dentro e fora de casa."
Pensando na sua família, ela continuou: "sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projectos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, às vezes até 24 horas."

À medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.
Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.
"Mãe, onde está meu sapato? Mãe, me ajuda a fazer a lição? Mãe, o bebé não pára de chorar. Mãe, você vai buscar-me na escola? Mãe, você vai assistir á minha dança? Mãe, você compra? Mãe..."

Subindo ao andar de cima da casa, ela pôde ouvir o seu mais novo projecto, um bebé de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz.
Feliz, Marta tomou o bebé nos braços e pensou na glória da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermináveis de dedicação...
Sentada na cama, Marta pensou: "se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, o que seriam as avós?"

E logo descobriu um título para elas: doutoras-sénior em desenvolvimento infantil e em relações humanas. As bisavós, doutoras executivas sénior. As tias, doutoras-assistentes. E todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras: doutoras na arte de fazer a vida melhor.

Num mundo em que se dá tanta importância aos títulos, em que se exige sempre maior especialização, na área profissional,
Torne-se um especialista na arte de amar.
Desconheço o autor

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Sobreviventes anos 70



Responda uma coisa:

Você que teve sua infância durante os anos 60, 70, 80...

Como pôde sobreviver???
Afinal de contas...


1 - Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem air-bag!!
2 – Íamos soltos no banco de trás fazendo aquela farra! E isso não era perigoso!
3 - As camas de grades e os brinquedos eram multicores e no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas“ contendo chumbo ou outro veneno qualquer.
4 - Não havia travas de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos,detergentes ou químicos domésticos.
5 – A gente andava de bicicleta para lá e pra cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotuveleiras...
6 - Bebíamos água da torneira, de uma mangueira, ou de uma fonte e não águas minerais em garrafas ditas... ¨esterilizadas¨...
7- Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolimã e aqueles que tinham a sorte de morar perto de uma ladeira asfaltada, podiam tentar bater records de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham „economizado“ a sola dos sapatos, que eram usados como freios...E estavam descalços... Alguns acidentes depois... Todos esses problemas estavam resolvidos!
8 - Íamos brincar na rua, com uma única condição: voltar para casa ao anoitecer! Não havia celulares... E nossos pais não sabiam onde estávamos! Incrível!!
9 - Tínhamos aulas só de manhã, e íamos almoçar em casa.
10 - Gessos, dentes partidos, joelhos ralados... Alguém se queixava disso? Todos tinham razão, menos nós ...
11 - Comíamos doces à vontade, Pão com manteiga, bebidas com o (perigoso) açúcar. Não se falava de obesidade - brincávamos sempre na rua e éramos super ativos ...
12 - Dividíamos com nossos amigos uma Tubaína comprada naquela vendinha da esquina, gole a gole e nunca ninguém morreu por isso ....
13 - Nada de Playstations, Nintendo 64, X boxes, jogos de Vídeo , Internet por satélite, videocassete, Dolby surround, celular com câmera Computador Chats na Internet ... Só amigos.
14 - E os nossos cachorros? Lembram? Nada de ração. Comiam a mesma comida que nós (muitas vezes os restos), e sem problema algum! Banho quente? Xampú? Que nada! No quintal, um segurava o cão e o outro com a mangueira (fria) ia jogando água e esfregando-o com (acreditem se quiserem) sabão (em barra) de lavar roupa! Algum cachorro morreu (ou adoeceu) por causa disso??
15 - A pé ou de bicicleta, íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a kms de nossa casa, entrávamos sem bater e íamos brincar.
16 - É verdade! Lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança! Como era possível? Jogávamos futebol na rua, com a trave sinalizada por duas pedras, e mesmo que não fossemos escalados ... ninguém ficava frustrado e nem era o “FIM DO MUNDO“!
17 – Na escola tinha bons e maus alunos. Uns passavam e outros eram reprovados. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a „moda“ dos „superdotados“, nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperatividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e tentava de novo no ano seguinte!
18 - Tínhamos: Liberdade, Fracassos, Sucessos, Deveres ...e aprendíamos a lidar com cada um deles!
A única verdadeira questão é: como a gente conseguiu sobreviver??? E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade?
• Sem dúvida vão responder que era uma chatice, mas ... Como éramos felizes!!! Autor: Dejan Trifunovic