terça-feira, 6 de novembro de 2012

Releituras de obras de arte

Releitura de uma obra, é ler novamente uma obra, é fazer uma nova interpretação com um estilo próprio sem fugir muito do tema original. Não é uma cópia, é uma nova criação, uma reconstrução de algo já existente.
Ao recriar uma obra não é preciso empregar a técnica usada pelo artista, pode-se utilizar técnicas diferentes. O que vale é exercitar a criatividade criando algo novo tendo um elo com a fonte inspiradora.
Vejamos alguns exemplos nas artes plásticas:


 

Jocelyne Grimaud           Mona Lisa

 
Mona Lisa de Botero (1978)

Marco Pece


  
Romero Brito



Moça com brinco de pérola
 

                                  Jocelyne Grimaud         David Barton


 As meninas (Velásquez)
 


 

 Pablo Picasso, 1957



Ziraldo





A lição de anatomia - Rembrandt




Ju Duogi




Maurício de Sousa




Fonte: http://artesatividades.blogspot.com.br/2011/06/releitura.html

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Meu time é penta, e o seu?

Lista de títulos que são usados quando os times ganham X vezes. Olha que legal:


1 vez campeão: campeão
2 vezes campeão: bicampeão
3: tricampeão
4: tetracampeão
5: pentacampeão
6: hexacampeão
7: heptacampeão
8: octocampeão
9: eneacampeão
10: decacampeão
11: hendecampeão ou undecacampeão
12: duodecacampeão
13: tridecacampeão
14: tetradecacampeão
15: pentadecacampeão
16: hexadecacampeão
17: heptadecacampeão
18: octadecacampeão
19: eneadecacampeão
20: icosacampeão
21: henicosacampeão
22: doicosacampeão
23: tri icosacampeão
24: tetraicosacampeão
25: pentaicosacampeão
26: hexaicosacampeão
27: heptaicosacampeão
28: octoicosacampeão
29: eneaicosacampeão
30: triacontacampeão
40: tetracontacampeão
50: pentacontacampeão
60: hexacontacampeão
70: heptacontacampeão
80: octocontacampeão
90: nonacontacampeão
100: hectacampeão
 
Fonte:  http://lilinguaportuguesa.blogspot.com.br/

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Saudades



Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...

Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...

Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...

Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...

Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...

Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.

Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!

Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!

Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!

Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.

Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...

Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!

Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!

Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,

Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.

Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...

Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.

Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.

Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.

Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.

E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.

Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...


Clarice Lispector

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Discoporto de Barra do Garças/MT





Esta semana eu fui conhecer o Discoporto na cidade mato-grossense Barra do Garças. Confesso que fiquei muito curiosa quando vi uma placa indicando o local. Imaginei um tipo de aeroporto, bem espaçoso e em forma circular para os pousos de discos voadores.  O discoporto fica na Parque Estadual de Serra Azul, e para entrar lá os guardas anotam a placa do carro e o RG do condutor. Há uma placa muito interessante com as normas de uso. Entre as permissões estavam: respirar o ar puro, contemplar o pôr do sol, conversar com duendes e ver discos voadores.
Infelizmente não avistamos nenhum duende para ao menos tentar puxar conversa com eles, e quanto aos discos voadores, só vimos esse aí que fotografei, feito de chapas de aço e que divertiu bastante as crianças.
O Discoporto foi criado por Valdon Varjão, na época vereador. O seu objetivo era incentivar o turismo e chamar a atenção e no seu projeto original haveria uma pista de pouso  de cinco hectares (como imaginei antes) para discos voadores, só que isso não saiu do papel. Varjão morreu aos 84 anos em Cuiabá sem ver seu projeto concretizado, mas agora para a Copa de 2014, há um novo projeto com a construção de um teleférico que sairá do Porto do Baé com destino ao Discoporto.
Segundo pesquisei a ideia de Varjão surgiu por ser a Serra do Roncador um local de muitas lendas e mistérios, como por exemplo o desaparecimento do Coronel Fawxett. Esse coronel veio para a Serra em busca da cidade perdida de Atlântida e desapareceu nessa busca. Uns dizem que ele afinal encontrou a cidade e outros que ele foi morto pelos indios. Essa historia da busca de Atlântida achei muito estranha, mas segundo os "entendidos" é que a Serra do Roncador e a civilização inca estão no mesmo paralelo 16. Não vou questionar nada, afinal desconheço totalmente esse tipo de assunto. O fato é que a cidade é conhecida como santuário místico e metafísico e possui diversas comunidades esotéricas lá instaladas.

Bem próximo ao Discoporto, fica o mirante do Cristo. Ele tem dois acessos. Um deles é uma escada imensa que pelo que soube tem 1400 degraus. Eu não os contei, sequer vi a escada. Fui pelo outro acesso: uma estrada de terra que foi bem até certo ponto. Mais ou menos a um quilômetro de distancia deixamos o carro estacionado e continuamos a pé. Mas valeu a pena. A vista lá do alto é maravilhosa.





De lá se vê os Rios Garça e o Araguaia, que é o principal da região e o divisor natural dos estados de Mato Grosso, Goiás e Tocantins.

Por essa mesma estrada ao Cristo, há o acesso a cachoeira, mas já estávamos cansados demais para visitá-la, quem sabe numa próxima!

Valeu Barra do Garças!







sábado, 29 de setembro de 2012

Sugestão de filme O CLUBE DO IMPERADOR

FILME O Clube do Imperador (The Emperor's Club, 2002, EUA, direção: Michael Hoffman, 109 min., drama, classificação indicativa: 12 anos)

A HISTÓRIA O ator Kevin Kline vive William Hundert, um docente apaixonado pela profissão e cheio de princípios clássicos. Seu mundo conservador é chacoalhado por um estudante recém-chegado à escola. O que começa como um choque de gerações dá lugar a uma surpreendente relação professor-aluno. O resultado desta experiência é uma lição de vida para ambos, principalmente quando, durante uma competição que dá nome ao filme, o docente se vê numa saia-justa que coloca em xeque seus princípios.

POR QUE ASSISTIR De acordo com Fernando Roque, professor do curso de Foto & Vídeo da Escola Viva, em São Paulo, em uma escola voltada para a formação de cidadãos, o entendimento do percurso sócio-político humano é fundamental para quem deseja melhorar a sociedade - e este deveria ser o objetivo das elites e, principalmente, dos líderes. No filme, este saber é medido com um jogo de perguntas e respostas em que o vencedor é coroado como Júlio César. "Parece bobo, mas é emblemático. Se transportarmos esta formação e jogo para as primárias eleitorais americanas (para se escolher o Júlio César de hoje) percebe-se que o jogo está longe de ser irreal", diz Roque.

Fonte:  http://educarparacrescer.abril.com.br//aprendizagem/clube-imperador-676251.shtml

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Voe cada vez mais alto!


Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas na segunda guerra mundial, mas que ainda tinha condições de voar.
Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento. Era um rato que roia uma das mangueiras que dava sustentação para o avião permanecer nas alturas.
Preocupado, pensou em retornar ao aeroporto para se livrar do seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado.
Então voou cada vez mais alto e notou que os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem tinham acabado, conseguindo assim fazer sua arrojada aventura ao redor do mundo, que era seu grande sonho…

Moral da história:

Se alguém ameaçá-lo, voe cada vez mais alto
Se alguém criticá-lo, voe cada vez mais alto
Se alguém tentar destruí-lo por inveja e fofocas, voe cada vez mais alto… e por fim,
Se alguém cometer alguma injustiça com você, voe cada vez mais alto… Sabe por quê?
Ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos “ratos” – não resistem às grandes alturas.


fonte:  www.rota83.com

terça-feira, 14 de agosto de 2012

"As duas pulgas"

Por Max Gehringer: “As Duas Pulgas”

Duas pulgas diretoras estavam conversando e então uma comentou com a outra:
- Sabe qual é o nosso problema?
Nós não voamos, só sabemos saltar.
Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero.
É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.
Elas então decidiram contratar uma mosca para treinar todas as pulgas a voar e entraram num programa de treinamento de voo e saíram voando.
Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:
- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele.
Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam voo rapidamente.
Elas então contrataram uma abelha para lhes ensinar a técnica do chega-suga-voa.
Funcionou, mas não resolveu.
A primeira pulga explicou por quê:
- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando.
Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito.
Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.
E então um pernilongo lhes prestou treinamento para incrementar o tamanho do abdômen.
Resolvido, mas por poucos minutos.
Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar.
Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:
- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plásticas?
- Não, entramos num longo programa de treinamento. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.
- E por que é que estão com cara de famintas?
- Isso é temporário. Já estamos fazendo treinamento com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar de modo a perceber, com antecedência, a vinda da pata do cachorro. E você?
- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.
Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:
- Mas você não está preocupada com o futuro?
Não pensou em um programa de treinamento, em uma reengenharia?
- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.
- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas, quiseram saber as pulgonas.
- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução.
E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse:
“Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança.”

Moral da história:

Você não deve focar no problema e sim na solução.
Para ser mais eficiente é necessário estudar, analisar e não falar.
Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento, execução e praticidade.
Não queira complicar, seja prático e objetivo.

Fonte:  http://www.rota83.com

domingo, 13 de maio de 2012

Bodas


Boda (pronuncia-se "bôda") é a festa que celebra o aniversário de casamento. No Brasil. é costume dizer Bodas, no plural. As bodas de prata (vinte e cinco anos de casamento) e de ouro (cinquenta) são as mais conhecidas e comemoradas.
Embora ocorram variações nos materiais associados, a lista abaixo é a que encontramos mais frequentemente:


01º - Bodas de Papel
02º - Bodas de Algodão
03º - Bodas de Couro ou Trigo
04º - Bodas de Flores, Frutas ou Cera
05º - Bodas de Madeira ou Ferro
06º - Bodas de Açúcar ou Perfume
07º - Bodas de Latão ou Lã
08º - Bodas de Barro ou Papoula
09º - Bodas de Cerâmica ou Vime
10º - Bodas de Estanho ou Zinco
11º - Bodas de Aço
12º - Bodas de Seda ou Ônix
13º - Bodas de Linho ou Renda
14º - Bodas de Marfim
15º - Bodas de Cristal
16º - Bodas de Safira ou Turmalina
17º - Bodas de Rosa
18º - Bodas de Turquesa
19º - Bodas de Cretone ou Água Marinha
20º - Bodas de Porcelana
21º - Bodas de Zircão
22º - Bodas de Louça
23º - Bodas de Palha
24º - Bodas de Opala
25º - Bodas de Prata
26º - Bodas de Alexandrita
27º - Bodas de Crisoprásio
28º - Bodas de Hematita
29º - Bodas de Erva
30º - Bodas de Pérola
31º - Bodas de Nácar
32º - Bodas de Pinho
33º - Bodas de Crizopala
34º - Bodas de Oliveira
35º - Bodas de Coral
36º - Bodas de Cedro
37º - Bodas de Aventurina
38º - Bodas de Carvalho
39º - Bodas de Mármore
40º - Bodas de Esmeralda
41º - Bodas de Seda
42º - Bodas de Prata dourada
43º - Bodas de Azeviche
44º - Bodas de Carbonato
45º - Bodas de Rubi
46º - Bodas de Alabastro
47º - Bodas de Jaspe
48º - Bodas de Granito
49º - Bodas de Heliotrópio
50º - Bodas de Ouro
51º - Bodas de Bronze
52º - Bodas de Argila
53º - Bodas de Antimônio
54º - Bodas de Níquel
55º - Bodas de Ametista
56º - Bodas de Malaquita
57º - Bodas de Lápis-lazúli
58º - Bodas de Vidro
59º - Bodas de Cereja
60º - Bodas de Diamante
61º - Bodas de Cobre
62º - Bodas de Telurita
63º - Bodas de Sândalo                                                                                                                               
64º - Bodas de Fabulita
65º - Bodas de Platina
66º - Bodas de Ébano
67º - Bodas de Neve
68º - Bodas de Chumbo
69º - Bodas de Mercúrio
70º - Bodas de Vinho
71º - Bodas de Zinco
72º - Bodas de Aveia
73º - Bodas de Manjerona
74º - Bodas de Macieira
75º - Bodas de Brilhante ou Alabastro
76º - Bodas de Cipestre
77º - Bodas de Alfazema
78º - Bodas de Benjoim
79º - Bodas de Café
80º - Bodas de Nogueira ou Carvalho
81º - Bodas de Cacau
82º - Bodas de Cravo
83º - Bodas de Begônia
84º - Bodas de Crisântemo
85º - Bodas de Girassol
86º - Bodas de Hortênsia
87º - Bodas de Nogueira
88º - Bodas de Pêra
89º - Bodas de Figueira
90º - Bodas de Álamo
91º - Bodas de Pinheiro
92º - Bodas de Salgueiro
93º - Bodas de Imbuia
94º - Bodas de Palmeira
95º - Bodas de Sândalo
96º - Bodas de Oliveira
97º - Bodas de Abeto
98º - Bodas de Pinheiro
99º - Bodas de Salgueiro
100º - Bodas de Jequitibá


sábado, 21 de abril de 2012

Diferença entre mares e oceanos

Oceanos e mares: oceanos são grandes porções de água localizadas muito longe da costa dos países, já os mares são as porções de água que banham tais costas.
Quem nunca ouviu a expressão “O pirata dos sete mares”.
Mas “pera” aí, quer dizer que existem apenas sete mares no mundo?
A expressão sete mares vem da Idade Média, dos livros ficcionais europeus e árabes.
Uma das fontes desta expressão é o livro oriental “As Mil e Uma Noites”, que contava história de aventura. Uma delas era a de Simbab, um corajoso marinheiro que vivia cruzando os Sete Mares.
Com o tempo este termo designava um grupo de nove mares, que eram: Mar Adriático, Mar Arábico, Mar Cáspio, Mar Mediterrâneo, Mar Negro, Golfo Pérsico e Mar Vermelho.
Mar
Hoje em dia ainda utiliza-se tal expressão, só que de uma nova forma,  agora os “Sete Mares” significam os oceanos (Pacífico Norte, Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul, Índico, Ártico e Antártico) do nosso planeta.
Deixando de lado expressões e afins, voltemos a falar de todos os mares do mundo.

Veja os nomes de todos os mares existentes (ao todo somam 62):

Oceano Pacífico
Mar de Bering
Golfo do Alasca
Mar de Cortez (também chamado de Golfo da Califórnia)
Mar de Okhotsk
Mar do Japão
Mar da China Oriental
Mar da China do Sul
Mar de Sulu
Mar das Célebes
Mar de Bohol (também chamado de Mar de Mindanao)
Mar das Filipinas
Mar de Flores
Mar de Banda
Mar de Arafura
Mar de Timor
Mar de Tasmânia
Mar Amarelo
Mar de Coral

Oceano Atlântico
Baía de Hudson
Baía de James
Baía de Baffin
Golfo de São Lourenço
Mar do Caribe
Golfo do México
Mar de Sargaço
Mar do Norte
Mar Báltico
Golfo da Bótnia
Mar da Irlanda
Mar Mediterrâneo
Mar Adriático
Mar Egeu
Mar Negro
Mar de Azov
Mar Jônico
Mar da Ligúria
Mar Mirtoano
Mar Tirreno
Golfo de Sidra
Mar de Mármara
Mar de Creta
Baía de Biscaia
Golfo da Guiné

Oceano Índico
Mar Vermelho
Golfo de Áden
Golfo Pérsico
Golfo de Oman
Mar da Arábia
Baía de Bengala
Mar de Java

Oceano Ártico
Mar de Barents
Mar de Kara
Mar de Beaufort
Golfo de Amudsen
Mar de Chukchi
Mar de Laptev

Oceano Ántártico
Mar de Weddell
Mar de Ross

Mares fechados
Mar de Aral
Mar Cáspio
Mar Morto
Mar da Galiléia
Mares que fazem parte de outros mares, maiores, foram contados. O Mar de Azov, por exemplo, faz parte do Mar Negro, que pode ser incluído no Mar Mediterrâneo, com o qual se conecta.

Informações obtidas em:  http://ihaa.com.br/nomesinformacoes-sobre-os-principais-mares-do-mundo

sábado, 14 de abril de 2012

Joãozinho e Maria


Joãozinho e Maria
(história contada e adaptada pela Profª Ondina Barroca Werneck)

Era uma vez um menino muito levado chamado Joãozinho
Era teimoso e guloso
Mas de Maria, bom irmãozinho
Certo dia os irmãos a brincar
Pela floresta vão passear
De mãos dadas tão distraídos
Saem do caminho e ficam perdidos

As horas passavam e a neve caia
E a sombra da noite assim lhes dizia:
Andem mais um bocadinho
Que encontrarão o caminho
Viram então uma luzinha
A porta de uma casinha
Qual não foi sua surpresa
Ao verem tanta beleza
E com água na boca ficaram

De pão-de-ló a casinha
De chocolate a janelinha
Telhado de marmelada
De rapadura era assoalhada.

E bolinhos numa frigideira
Estavam fritando uma cozinE Joãozinho e Maria “zaz-trás”!
Pegam um bolinho, dois, três e mais

E a velha que dos doces deixou sobre a mesa
Resmunga zangada e com toda a certeza:
Chip, Chip, meu gatinho
Não coma meu bolinho!
Vendo os meninos depois
Numa gaiola prende os dois

Joãozinho que era levado
Um rabo de rato havia guardado
Ao “invés” do gordo dedinho
Por entre as grades punha o rabinho.

Certo dia, porém o coitado
Perde o rabinho, que desastrado!
E a velha contente para os dois assar
Prepara a fogueira e põe-se a chamar.

“Venham cá meus netinhos
venham catar gravetinhos
para o frio esquentar
venham, a fogueira pular

Mas, Joãozinho disse, de ligeiro
Pule a senhora primeiro
Deu um pulo a feiticeira
Tropeça e cai na fogueira.
 
Fonte:  http://sugestoescolaresdiversas.blogspot.com.br
 

Você sabe por que cada Estado recebeu o nome que tem?


Acre: Vem de áquiri, touca de penas usada pelos índios munducurus.

Alagoas: O nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.

Amazonas: Nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.

Bahia: O nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.

Ceará: Vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.

Espírito Santo: Denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.

Goiás: Do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.

Maranhão: Do tupi, mba’ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.

Mato Grosso: O nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.

Minas Gerais: O nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.

Pará: Do tupi, pa’ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.

Paraíba: Do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável.

Paraná: Do guarani pa’ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.

Pernambuco: Do tupi, para’nã, rio caudaloso, e pu’ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar. Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe.

Piauí: Do tupi, pi’au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.

Rio de Janeiro: O nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1º de janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.

Rio Grande do Norte: Derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.

Rio Grande do Sul: Primeiramente conhecido como Rio Grande de São Pedro. A Barra do Rio Grande de São Pedro, foi um ponto geográfico estratégico para a fixação do domínio lusitano no sul do país. Local ideal para que lá se instalasse um reduto militar com acesso marítimo ao interior pelo canal Rio Grande que liga a lagoa dos Patos ao oceano.

Rondônia: O nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.

Santa Catarina: Nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.

São Paulo: Denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.

Sergipe: Do tupi, si’ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.

Tocantins: Nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano.
 
Fonte:  http://sugestoescolaresdiversas.blogspot.com.br
 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Mensagem de consultorio

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
O coração infarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a”criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Preste atenção!

O plantio é livre, a colheita, obrigatória … Preste atenção no que você está plantando, pois será  a mesma coisa que irá colher!!

P.S: Normalmente, os sintomas aparecem 3 dias após o “acontecido”,  descubra o que te prejudicou e coloque para fora, em conversa com amigos ou com um profissional, que vc se cura!!!

domingo, 4 de março de 2012

Produção de texto

PRODUÇÃO DE TEXTO



Escolha um animal e escreva como ele é. Depois crie uma história sobre ele.



Roteiro para ajuda-lo a contar a história:

Nome do animal                            _____________________________

Onde ele vive                       _____________________________

Como ele é                           _____________________________

Tamanho                              _____________________________

Do que é coberto seu corpo        _____________________________

Do que ele se alimenta       _____________________________

Como ele se locomove       _____________________________

O que ele gosta de fazer     _____________________________

O que ele não gosta            _____________________________



Agora invente sua história. Vamos lá?



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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Vamos Passear na Floresta?

(O narrador vai contando e as crianças vão repetindo as frases e os gestos)


-Vamos Passear na Floresta?

-Então vamos!

-HIII!!! Olha lá!

-Um rio!

-Por cima não dá, por baixo não dá,

-então vamos nadar?

-Então vamos!

-Ih!!! Olha lá!

-Um matagal!

-Então vamos passar!

-Então vamos!

-ih!!!Olha lá!

-Uma árvore!

-Então vamos subir?

-Então vamos!

-Subindo!

-Descendo!

-Ih! Olha lá!

-Uma caverna!

-Então Vamos entrar?

-Então vamos!

-Bem devagar!

-Ih!!!Tá tudo escuro!

-Uma cauda comprida!

-Um pelo macio!

-Um focinho gelado!

-Ih!!!É uma Onça vamos correr!

-Ih!! Olha lá uma árvore,

-vamos subir!

-Descendo!

-Ih! Olha lá um matagal vamos passar!

-Ih! Olha o rio

-Vamos nadar!

-Ih! Olha Uma casa

-Vamos entrar!

-Ih! Olha a porta,

-vamos Fechar

-Um, dois e Pam!

-Tá todo mundo ai?

-Ainda bem!

-A onça não pegou ninguém!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Dicas de português - "Um dos que"

"Um dos que" pede verbo no plural; veja dica


Por Thaís Nicoleti

A empresa que ganhou a licitação da obra do barracão de Lourdes, a Solução, e uma das que perdeu a disputa, a Florecon, têm a mesma engenheira em seus quadros.

O redator quis dizer que a empresa Florecon foi uma das que perderam a disputa, não a única. A construção “um dos que” é sempre um convite à confusão – as pessoas hesitam entre fazer o verbo concordar com “um” (ou “uma”) e fazê-lo concordar com o pronome “os” (ou “as”) que está contraído com a preposição “de”.

Note que, se a preposição fosse “entre”, a chance de acerto seria maior (ele é um entre os que estiveram lá), o que talvez se explique pelo fato de o pronome “os” não estar contraído com a preposição.

De qualquer forma, contraído ou não, esse pronome demonstrativo (“os” nessa construção equivale a “aqueles”) é o antecedente do pronome relativo “que”, portanto é com ele que se faz a concordância verbal.

Ninguém diria “as que perdeu a disputa foram...”, portanto também não se deve dizer “uma das que perdeu a disputa”.

Veja abaixo o fragmento corrigido:
A empresa que ganhou a licitação da obra do barracão de Lourdes, a Solução, e uma das que perderam a disputa, a Florecon, têm a mesma engenheira em seus quadros.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

10 passos para sua empresa não dar certo

Publicado por Richard Durante Jr

Seguindo o modismo das listas que tanto repercutem pela mídia, enumerei 10 condições para formação de um péssimo gestor de pessoas. Você até pode segui-las, mas talvez não seja uma boa opção. São elas:


1. Odeie pessoas – quanto mais você detestar pessoas, maior será a sua chance. Esta é a principal regra!;

2. Não cumprimente seus funcionários – funcionários não merecem ser cumprimentados. Eles estão ali simplesmente para obedecer você. Pense neles como no cachorro do seu vizinho. Você sabe que existe, não gosta e não faz carinho na cabeça dele;

3. Jamais diga “por favor” ou “obrigado” – estes são temas proibidos no seu vocabulário organizacional. Todos devem fazer porque você manda; é uma ordem! Portanto, não há também motivos para que agradeça por uma tarefa que é obrigação!

4. Trabalhe de portas fechadas – não permita o ingresso de qualquer subordinado em sua sala sem agendamento prévio. Funcionário não tem problema! Eles têm que ser capazes de deixar todos os problemas que têm antes de bater o ponto. Se alguns insistirem em dizer que têm problemas, diga simplesmente: “não tenho nada a ver com isso!”.

5. Não divida o sucesso – todo e qualquer sucesso da área é fruto exclusivo da sua capacidade de gerenciar as pessoas que lhe servem! Elogios e reconhecimento cabem somente a gestores. Não os estenda aos funcionários.

6. Aceite a sua onisciência – você não erra! Se houver equívocos de sua parte, atribua-os àqueles que lhe são subordinados. Funcionários erram o tempo todo; por isso, um erro a mais ou a menos, não fará qualquer diferença.

7. Não pague almoços – limite-se a pagar, eventualmente, um cafezinho aos subordinados que lhe bajularem. Use-os para mandar recados aos demais funcionários e para saber quais as informações circulam no ambiente da sua área de gestão. Entenda a despesa do cafezinho como um investimento necessário. Se possível, peça reembolso à empresa.

8. Não faça avaliações de desempenho ou contrate pesquisa de clima – tudo isso é besteira! O gestor é sempre capaz de falar sobre seus subordinados. Cabe ao gestor dizer se são bons ou maus executores das atividades que lhe são ordenadas e dos recursos de que precisam para tentar ser melhores. Não perca tempo contratando pesquisa para saber o que os funcionários acham de você, da empresa, uns dos outros e de como é o ambiente de trabalho: você já sabe todas as respostas e tem plena consciência de que funcionário reclama de tudo.

9. Mostre-se sempre preocupado – fisionomia tensa afasta pedidos. Quanto mais sério você se mostrar, menos solicitações de aumento, licenças, saídas mais cedo etc., terá. Sua fisionomia tensa deve ser amparada por deslocamentos rápidos e reclamações permanentes de que tem muito a fazer. Não deixe de mencionar isso em todas as oportunidades. Para comprovar, chegue antes de todos e saia pelo menos meia hora após término do expediente.

10. Não perca oportunidades de falar mal da empresa e de todos os superiores, mas lembre-se, ante cada um deles, mostre-se a pessoa mais solícita e subserviente possível. Isso lhe assegurará uma excelente imagem junto à alta administração e eliminará quaisquer riscos de que fofocas de seus subordinados que contestem esta posição venham a ser ouvidas.

As dicas são de André Acioli, professor, consultor de empresas e fundador do Boteco do Conhecimento.

Fonte: http://www.rota83.com/

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Conheça a origem das bruxas e a história do Halloween (do site Educar para Crescer)


A Bela Adormecida, Branca de Neve, Rapunzel e tantas outras princesas viram de perto a malvada da bruxa. Entenda qual é a origem dessa personagem

20/10/2011 17:45
Texto Maria Slemenson

Mesmo aqueles que não tiveram uma infância cercada de contos de bruxariasaberão dizer o que é uma bruxa. Provavelmente a descreverão como uma velha enrugada com uma grande verruga no nariz, que usa chapéus compridos e pontudos, roupa preta e voa em uma vassoura mágica. Faz experimentos em seu caldeirão, acompanhada por um gato preto. Não à toa essa é a imagem que nos vem à mente: contos infantis e filmes hollywoodianos reforçam o papel da bruxa como a velhota malvada. 
Para entender de onde surge essa influente personagem literária, é necessário fazer uma viagem no tempo. Em meados do segundo milênio a.C., os celtas surgiram na Europa Central e difundiram sua religião, uma das mais antigas do mundo. A raiz filosófica-espiritual era baseada na reverência a duas grandes divindades: A Deusa-Mãe e o Deus Cornífero.
Acreditava-se que esses deuses garantiam a prosperidade da descendência, da agricultura, do gado e o sucesso da guerra. Os druidas, praticantes da religião celta, ensinavam a arte da agricultura, da cura com ervas, da caça, entre outras coisas. Realizavam festas ritualísticas em homenagem às divindades, além de iniciarem as pessoas nos preceitos da arte mágica. Eles também eram versados em muitas artes de adivinhação, acreditavam na comunicação com os espíritos da natureza e na previsão do futuro. Daí surge a ideia de bruxaria, práticas intermediárias entre o plano dos deuses e dos homens. As produções literárias têm seu pé nessa cultura. Muitas bruxas retratadas nos contos de fadas são personagens com poderes especiais, capazes de feitos inacessíveis a pessoas comuns e, por essa razão, muitas vezes representadas como aterrorizadoras. Então, antes de começar a leitura de histórias de bruxas com seu filho, tire suas dúvidas abaixo:




Por que no Halloween a brincadeira é se vestir de bruxa?




O Halloween é uma festa tradicionalmente celebrada por bruxos, por isso, o hábito de nesta data é vestir-se de bruxa. Nos Estados Unidos, lugar em que se mantém viva, chegou no século XIX levado pelos imigrantes irlandeses e por lá ficou. Mas também é festejada em outros países ocidentais.

Sua comemoração está relacionada à passagem das estações: simboliza o final do verão e a chegada do inverno. Por conta da localização geográfica dos países, no Hemisfério Norte, como nos Estados Unidos, esta passagem é festejada no dia 31 de outubro. No Hemisfério Sul, no Brasil, por exemplo, seria festeja no dia 1 de Maio.

Porém, devido à forte influência da cultura americana no Brasil, incorporamos além da tradição, sua data de comemoração.

Sua origem, porém, é outra. O Dia das Bruxas, conhecido também por Samhain, é um dos rituais que eram praticados pelo povo celta na Europa há mais de 2,5 mil anos. As festas eram realizadas para homenagear os antepassados, pois se acreditava que as almas dos mortos retornavam às suas casas para visitar os familiares, buscar alimento e se aquecer no fogo da lareira. Costumava-se fazer fogueiras nas colinas, deixar bolos ao ar livre e acender velas deixando-as queimar até o nascer do sol, o que representava sorte.


O Halloween e o Dia dos Finados têm alguma relação?



Estas datas têm em comum o fato de serem festejadas para cultivar os mortos e os entes queridos já falecidos. Porém, o Dia de Finados é uma data cristã. Surgiu inicialmente no Oriente, no ano 998 da Era Cristã, enquanto que no Ocidente, somente no século 16 passou a ser aceita por Roma, se estendendo por toda a cristandade. Este dia é festejado pela Igreja Católica de diferentes formas pelo mundo. No Brasil, é comum os familiares visitarem seus parentes falecidos nos cemitérios e levarem oferendas e flores para enfeitar seus túmulos.

No México é a festa mais peculiar. Costuma-se festejar com música, dança e fartura de doces e comidas. Às vezes, é regada a tequila!

Já o Halloween é celebrado pela religião pagã, pré-cristã. Dos oito rituais realizados para festejar os ciclos da natureza e da vida, o Halloween é um deles. Ele marca o fim do verão e o começo do inverno, também, o fim do ano velho e o começo do ano novo. Para saber mais sobre o Halloween, leia o tópico acima.

Leia o restante do artigo no site Educar para Crescer:


http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/conheca-origem-bruxas-historia-halloween-643880.shtml