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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

MOSAICO

Mosaico é a técnica de transformar materiais variados em fragmentos diminutos, que posteriormente serão unidos como num quebra-cabeça criando uma figura única.Os materiais podem ser: rochas como o granito, materiais cerâmicos, tesselas de vidro, pedras semipreciosas, seixos, etc.A palavra mosaico origina-se do termo "mosaicon" que significa "musa", algumas fontes traduzem como “paciência das musas". 

Como fazer Mosaico
1. Escolha a peça que vc deseja executar o trabalho.

2. Passe o desenho para a peça escolhida com um papel carbono.
3. Passe a cola branca extra ou a cola para madeira amarela, em cada pastilha e tb no pedadinho de peça na qual a pastilha irá ser colada. Importante, passe aos poucos a cola no local onde a pastilha irá ser colada, pq senão pode secar rapidamente e não dar certo.

4. Vá colando as pastilhas tentando acompanhar o contorno. Isso é importante pois se o contorno não estiver bem feito seu mosaico ficará meio indefinido. Feito o contorno, preencha as partes do motivo.

5. Aguarde secagem por 24 horas para por o rejuntamento. Não coloque em hipotese alguma para secar sob o sol, pq pode rachar o rejunte.

6. Depois de seco, prepare o rejunte conforme instruções do fabricante. O ponto ideal é úmido porém sem água em demasia. Faça o teste da colher: ele não deverá escorrer de sua colher.

7. Retire o excesso de rejunte com uma espátula plástica, ou com um pedaço de papel embrulhado feito um pequena bola.

8. Após retirar o excesso, limpe o rejunte com um tecido úmido no máximo 15 minutos após te-lo aplicado. Com jornal velho vá esfregando sobre o mosaico limpando o rejunte .

Está pronto seu trabalho!


REJUNTE

1. O produto adequado para rejuntar um mosaico não é argamassa, gesso, massa acrilica ou massa corrida. Prefira sempre exclusivamente rejunte flexível de boa procedência, ou seja de uma marca que seja conhecida.

2. O rejunte deve ser preparado no ponto certo - nem muito úmido e nem muito seco. Água em demasia rouba a resistência do rejunte e causa rachaduras no rejuntamento.

3. Cores ideais para rejunte são o cinza e o creme. Se o seu trabalho for de cor clara, prefira as tonalidades de gelo, branco ou creme. Se for colorido ou escuro, o ideal é a tonalidade próxima do cimento, valoriza todas as cores e neutraliza quaisquer imperfeições.

4. As principais razões para o seu rejunte ter rachado podem ser ter sido :
a. Uso de produto vencido ou prestes à vencer.
b. Ao preparar, vc usou muita água.
c. Vc deixou ele no sol para secar mais rápido.
d. Espaçamento inadequado para o tipo de rejunte utilizado.
e. Espaçamento grande e o rejunte não é flexível.

5. Para remediar as rachaduras:
a. Se o rejunte não estiver seco vc pode umidece-lo e rejuntar novamente.
b. Se estiver completamente seco remova o rejunte rachado e refaça o rejuntamento da forma adequada, obedecendo atentamente as instruções do fabricante. Existem no mercado algumas marcas de removedor de rejunte que poderá auxiliar essa restauração. Peça orientação na loja onde vc adquiriu o rejunte.

6. Para cada material existe a cola mais adequada . À cada base utilizada existe a cola mais indicada não importanto o que será colado, mas sim onde será colado. Para bases de pedra , cimentados ou ceramica, o adesivo é a argamassa, para bases de acrilico, resinas acrilicas, para madeiras, cola para madeira, e assim sucessivamente.

7. Para mosaicos em areas externas que ficarão expostas ao tempo, prefira utilizar como base para o mosaico,a placa cimentícia, concreto ou pedra ardosia cinza. Lembre-se que o adesivo a ser usado deverá ser a argamassa.

8. Essas foram dicas básicas para qualquer tipo de mosaico que vc for fazer, seja ele com pastilha de vidro, acrilica, ou azulejos.
Colaboração: Cátia Garcia
 
 
FAZENDO SEU TRABALHO DE MOSAICO:

 
 
 1. Para fazer seus trabalhos, deixe os materiais a serem utilizados em ordem e por perto, assim você não perderá tempo procurando algum material que não está ao seu alcance;

2. Quando for comprar algum material, prefira as lojas que tenham uma grande variedade, pois se você precisar de mais material, encontrá sem maior dificuldade, não comprometendo o término do trabalho.

3. Certifique-se sempre de que os materiais estão no seu prazo de validade, principalmente no caso da cola e do rejunte, que são os principais materias que estragam em um mosaico;

4. Evite acidentes, usando sempre óculos de protecção, principalmente quando for quebrar as peças com o martelo ou cortá-las com o torquêz;

5. Use sempre uma bandeja para acomodar as peças cortadas e limpe a mesa com uma trincha, evitando cortes com caquinhos.

6. A cola mais indicada para superfícies de madeira é a cola branca de rótulo azul, para superfícies de vidro é a borracha de silicone e a mais indicada para superfícies de alvenaria é a argamassa. Porém se o mosaico for ficar exposto ao tempo, devemos utilizar a argamassa para uso externo, piscinas e fachadas, que é muito mais cara que a normal (em média custa 3 vezes o preço da outra);

7. Assim como a argamassa usada em ambientes externos, também devemos usar um rejunte especial pra o mesmo fim, que também custa bem mais caro que o rejunte comum (em média, custa sete vezes mais caro que o comum) e seu prazo de validade é bem mais curto;

8. Ao colocar o rejunte nas peças, use luvas ou uma espátula plástica para proteger suas mãos da agressão que o rejunte provoca na pele;

9. O excesso do rejunte deve ser retirado com uma esponja molhada ou uma flanela também molhada, se depois de seca a peça ainda apresentar resíduos de rejunte, retire-os com um removedor de rejunte, usando uma esponja macia para espaços maiores ou um cotonete para pequenas partes, seguindo sempre as instruções do fabricante do produto.

10. Lembre-se do acabamento nas laterais da peça. Para isso, use a ponta do dedo, um rodinho ou uma espátula pequena.


Fonte: Todos os textos foram retirados do blog fantastico http://delgrande.blogspot.com.br





 


 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Releituras de obras - parte 3



Mauricio de Sousa



Fonte: http://artenamultidao.blogspot.com.br



O Auto-retrato com chapéu de feltro – 1887/88 - de Vincent Van Gogh ganhou uma versão vegetariana,  o Vincent Van Gogh feito de alho-poró. Obra do artista chinês Ju Duoqi, que se especailizou em fazer releituras de obras de arte famosas usando ervilhas, cenouras, nabos etc. 

Fonte:  http://coisasquegosto.com/2008/12/03/obras-de-arte-com-vegetais/




Mônica com Sombrinha, 1991. Acrilica sobre tela, 127 x 107 cm.
Obra original: Mulher com Sombrinha, 1875. Claude monet.




O Pensador de Planos Infaliveis
Obra Original: O Pensador, Rodin.



Mônica no nascimento de Vênus, 1992. Acrilica sbre tela, 106 x 145,5 cm
Obra original: Nascimento de Vênus, cerca de 1485. Sandro Botticelli.
Fonte:  http://rodoxedufis.blogspot.com.br

Releituras de obras - parte 2


Matheus - Jacque-Louis_David_Death_of_Marat_1793-exp



Matheus-de-moura-alves - Justiça Assassinada-exp



Monalisa-Referencia


Monalisa-Samara-pereira-de-araujo-Dambt



Capela Sistina - A Criação de Adão-exp



Capela Sistina - Leonardo Ribeiro Leite - exp

Fonte: http://coresematizes.wordpress.com/2009/07/16/o-que-e-releitura/


Fonte: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://pessoal.educacional.com.br/up/50280001/6850441/Releitura%2520de%2520Monaliza%25202[1].bmp&imgrefurl=http://pessoal.educacional.com.br/up/50280001/6850441/t191.asp&usg=__-LoGCzKI6ko46BP7xeZgjuOlVuM=&h=600&w=800&sz=470&hl=pt-BR&start=4&zoom=1&tbnid=gcUlqnseISD_UM:&tbnh=107&tbnw=143&ei=gLaZUM-lJoWI8QTMuYDADw&itbs=1

Maurício de Sousa fez a releitura de “Rosa e Azul”, de Renoir.



O fotógrafo italiano Marco Pece, que usou peças de Lego para reconstruir quadros como “O Grito”, de Edvard Munch.

 
o ilustrador David Barton usou personagens dos Simpsons em releituras. Uma delas é o Auto-retrato de Van Gogh.


 Fonte: http://www.colegioraizes.com.br/

Releituras de obras de arte

Releitura de uma obra, é ler novamente uma obra, é fazer uma nova interpretação com um estilo próprio sem fugir muito do tema original. Não é uma cópia, é uma nova criação, uma reconstrução de algo já existente.
Ao recriar uma obra não é preciso empregar a técnica usada pelo artista, pode-se utilizar técnicas diferentes. O que vale é exercitar a criatividade criando algo novo tendo um elo com a fonte inspiradora.
Vejamos alguns exemplos nas artes plásticas:


 

Jocelyne Grimaud           Mona Lisa

 
Mona Lisa de Botero (1978)

Marco Pece


  
Romero Brito



Moça com brinco de pérola
 

                                  Jocelyne Grimaud         David Barton


 As meninas (Velásquez)
 


 

 Pablo Picasso, 1957



Ziraldo





A lição de anatomia - Rembrandt




Ju Duogi




Maurício de Sousa




Fonte: http://artesatividades.blogspot.com.br/2011/06/releitura.html

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Lembrancinhas para o primeiro dia de aula

Bem, nem bem começou as férias e já estou pensando no retorno... Normal né? rsss
Visitando o blog da Greice Amorim http://www.cantinhoalternativo.blogspot.com/ encontrei estes e vou aproveitar meu tempo com testes rsss

Flores com o miolo feito com pirulito.

Na mesma linha, os pirulitos aqui foram usados nas borboletas.


No blog  http://www.sonholilas.com.br/ a sugestão é usar latinha de extrato de tomate. Fica lindo também e no site está o passo-a-passo.







sábado, 18 de setembro de 2010

Projeto Tarsila para crianças

Área do conhecimento: Artes
Turma: 2ºano (ens. Fund de nove anos)
Duração: 7 aulas

Justificativa: Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, “a Arte tem uma função tão importante quanto a dos outros conhecimentos no processo de aprendizagem. A área da Arte está relacionada com as demais áreas e tem suas especificidades (...) A educação voltada às manifestações artísticas e culturais, caracteriza um modo próprio de dar sentido à experiência humana – o aluno desenvolve sua sensibilidade, percepção e imaginação, tanto no ato de expressar-se quanto na ação de apreciar, reconhecer e valorizar as formas produzidas por ele e pelos colegas, por diferentes culturas e pela própria natureza”.

Objetivos: Ampliação do universo cultural; apreciação e contato com obras da pintora Tarsila do Amaral; valorização da cultura brasileira; realização de atividades de alfabetização, leitura e interpretação de textos e imagens relacionados à obra da artista;

Etapas:

1ª aula: Apresentação do projeto e da artista Tarsila do Amaral

- Motivação Inicial: Perguntar aos alunos se eles já viram alguma obra de arte, onde viram, se sabem o nome de algum pintor, se já visitaram uma exposição, etc.
- Apresentação da artista (mostrando fotos, contando alguns fatos da vida de Tarsila, localizar a pintora no tempo e no espaço, mostrar no mapa seu local de nascimento e comparar com o local de nascimento dos alunos).
- Apreciação da obra “cartão postal”. A apreciação será feita em uma roda de conversa, na qual cada grupo irá sortear uma pergunta sobre a obra (as perguntas formuladas previamente pela professora terão como objetivo despertar nos alunos um olhar crítico sobre a obra, observando seus detalhes e imprimindo sua opinião pessoal) e responde-la para os colegas.
- Releitura da obra “cartão postal” utilizando folha sulfite e lápis de cor;

2ª aula: Apreciação da obra “Vendedor de frutas” e registro das informações sobre Tarsila do Amaral.

- Retomar as informações sobre a vida da artista Tarsila do Amaral (o professor será escriba de um texto contendo as informações resgatadas pelos alunos). Após, o professor irá digitar o texto e entregar para que os alunos colem o registro no caderno.
- Apreciação da obra “Vendedor de Frutas” – mostrar a obra aos alunos e questiona-los, direcionando o olhar aos detalhes da obra.
- Releitura da obra utilizando dobradura (barco) e retalhos de papel dobradura
- Caça-palavras contendo os elementos do quadro (pássaro, abacaxi, chapéu, igreja, etc)

3ª aula: Apreciação da obra “Operários”

- Interpretação da obra, chamando atenção para os rostos que são mostrados. Perguntar aos alunos quais rostos da obra parecem tristes, felizes, cansados, com medo, etc.
- Chamar os alunos à frente, pedir para que escolham um rosto do quadro e imitem as expressões faciais (registrar com fotos).
- Releitura da obra em grupos, utilizando cartolina e rostos recortados em revistas.
- Atividade de escrita: fazer uma lista das profissões que conhecemos


4ª aula: Apreciação da obra “Abaporu”

- Apresentar a obra e questionar o que os alunos acharam diferente, engraçado. Refletir com os alunos sobre o que a artista quis dizer quando pintou o Abaporu com grandes pés e cabeça pequena (levantar hipóteses).
- Releitura da obra utilizando papel cartão e massa de modelar
- Cruzadinha com elementos da obra “Abaporu"

5ª Aula: Apreciação da obra “Segunda classe”

- Utilizando como base a experiência de ter apreciado outras obras anteriormente, os alunos formularão perguntas uns para os outros para produzir um roteiro de apreciação da obra.
- Após formular as questões, cada aluno responderá a questão dos colegas, realizando assim a socialização das informações
- Releitura – os alunos serão divididos em pequenos grupos e, após realizar observação, farão uma “obra viva” do quadro que será registrada por meio de fotos


6ª Aula: Apreciação da obra “Manacá”

- Sugestões para motivação inicial: questionar os alunos sobre as sensações que o quadro transmite, se gostam das cores do quadro, que cores teriam usado se fossem a artista, falar os nomes das flores que conhecem.
- Relembrar os títulos das pinturas que estudamos e realizar atividade de escrita / adivinha dos nomes das obras.
- Releitura da obra utilizando cartolina tamanho A4 e tinta guache


7ª Aula: Impressões sobre o projeto

- Roda de socialização: Os alunos irão fazer uma análise sobre o trabalho realizado: o que mais gostaram, o que não gostaram, se gostaram ou não da pintura de Tarsila, o que foi mais fácil/difícil, etc.
- Escrita espontânea dos alunos contendo sua opinião sobre o projeto
- Produto final: exposição das releituras feitas pelos alunos

Fonte: Grupo Professores Solidários

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Brincadeiras antigas

Bafo

Balanço



Boneca com carrinho

Currupinha

Jogando triângulo

Jogando zepe

Marimba

Passarás



Aviãozinho de papel

Arapuca

Amarelinha e boneca

Aviãozinho de papel

Barquinho de papel

Bola de gude

Patinete


Brincando de roda


Cavalinho e boneca

Cabo de guerra

Cabra cega


Pé de lata


Cama de gato

Corrida de rolimã

Jogando bola

Jogando finca

Jogando nente

Patinete

Perna de pau e pé de lata

Pique esconde



Pulando carniça


Pulando corda

Puxando lata

Represa e barquinho de papel

Rolando aro

Rolando bambolê

Rolando ioiô

Rolando pião

Soltando balão

Soltando pipa

Soltando balão tricolor

Telefone de lata

Amarelinha

Arapuca



De 1990 até hoje, Ivan Cruz pintou cerca de 150 quadros,
retratando mais de 100 brincadeiras distintas,
e chamou essa série de “Brincadeiras de Criança”,
que cresceu de tal forma sua expressão
e repercussão que se transformou em um projeto,
pois passou a reunir em suas exposições não só os quadros,
mas os brinquedos retratados,
oficinas de brincadeiras e confecção de brinquedos,
contadores de história,
além de uma ambientação com músicas da época,
como cantigas de roda...
Tudo nascido do sonho,
da saudade e da vontade
de fazer com que todos voltassem a brincar
e as crianças de hoje aprendam o verdadeiro espírito dessa arte
que está sendo deixada de lado hoje em dia.



Fonte: Contribuição de S.Helen no Grupo Professores Solidários