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domingo, 16 de janeiro de 2011

Pipa

Uma folha de caderno presa a uma linha já é o suficiente para começar a brincadeira.

Há pipas bem coloridas, feitas com papel de seda e varetas (ou varetinhas de bambu, taquaras, talo da folha de uma palmeira). As varetas fazem a armação na qual o papel (ou o plástico) será preso.

Os formatos das pipas variam entre caixas, estrelas, losangos pequenos e grandes. Lembram o desenho de um peixinho.

O elemento necessário para que o brinquedo não fique girando no ar é a rabilola – feita com sacos plásticos ou papel de seda recortados em pequenos pedaços, presos com nós na linha que ficará na ponta do brinquedo, como se fosse um rabo. Esses rabos, no entanto, podem ter variadas formas.

Curiosidade:
Os diversos nomes utilizados nas diferentes partes do nosso Brasil

Papagaio (origem Belo Horizonte/MG e Mutum/RO),
Quadrado,
Peixinho,
Capucheta (Valinhos/SP),
Capuchetinha (Mutum/RO)
Curiquinha,
Pipa (Itanhaem/SP)
Pipa-caixa (Lavras/MG)
Pipa estrela (Paraty/RJ)

Esse texto é encontrado no site da Folha.com e traz ilustrações de como fazer cada tipo de pipa e ainda muitos outros tipos de brinquedos e brincadeiras no Mapa do Brincar. Visitem!

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/mapadobrincar/


Navegando na net também encontrei:

Sacola (São Paulo/SP)

Arraia ou pepeta (AC e AM)
Pandorga, quadrado, piposa (RS e SC)
No Rio de Janeiro pipa são aquelas em formato de pentágono, com cabresto triangular e rabiola

Em Portugal, papagaio de papel
No arquipélago da Madeira como joeira.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

PROJETO BRINCADEIRAS DE OUTRORA

Introdução

Se perguntarmos para algumas crianças do que elas costumam e gostam de brincar, com certeza 99,9% vão responder que se divertem jogando no computador, no vídeo game e assistindo TV. Muitas pessoas dizem que tanto as brincadeiras quanto os brinquedos evoluíram. Mas, há quem discorde dessa afirmação.

Em pleno século XXI, a maioria das nossas crianças desconhecem, na prática, o real significado do que vem a ser brincar. Uma palavra tão pequena e ao mesmo tempo tão grandiosa para quem teve a oportunidade de se deliciar com brincadeiras simples, mas prazerosas. Realmente, as brincadeiras sofreram mutações, mas a essência de ser criança permanece. A infância passa rapidamente. E só nos cabe recordar essa época tão fascinante. Quando falamos em infância, o que vêm à sua memória? Você já parou para pensar o que as crianças de hoje vão ter para lembrar?

Vamos voltar um pouquinho no tempo... Que menina nunca brincou de pular elástico? Há alguns anos, isso era uma febre. Nem era preciso levar o tal elástico para a brincadeira. Cada uma tinha o seu. Mas, era só juntar a meninada, que sobrava elástico e muita diversão. As garotas de hoje não sabem nem o que fazer com um elástico. E nem vêem graça nesse tipo de brincadeira.

E pular amarelinha? Quantas vezes íamos e voltávamos pulando aqueles quadrinhos que nós mesmas rabiscávamos, utilizando pedaços de tijolos, nas portas de nossas casas, pracinhas etc.?

E pular corda, então?! Era uma delícia juntar as amiguinhas e ficar batendo, cantando e pulando até cansar.

Não podemos esquecer-nos do bambolê, que era rodado na cintura até perder forças e cair. Algumas meninas conseguiam passá-lo por todo o corpo sem parar de rodar e nem deixar cair!

Passávamos horas entretidas com bonecas enquanto isso, os meninos faziam a festa soltando pipas coloridas que enfeitavam o céu, principalmente no período de férias. Além disso, bolinhas de gude, jogos de botões, sem falar dos mais variados tipos de carrinhos. E as bicicletas? Nossa, a gente contava os dias para chegar o final de semana e podermos sair para pedalar em algum lugar tranqüilo.

E quem é que nunca jogou dama - não vale pela internet -, ou fez bolinhas de sabão com canudo de mamona e sabão em pó?!Era divertido demais soltar as bolinhas e acompanhá-las até estourarem no ar!

Nem víamos as horas passarem enquanto nos divertíamos brincando de: esconde-esconde, pega-pega, cabra-cega, telefone sem fio, passa anel, boca de forno, estátua, dança da cadeira, detetive, adedonha, queimada e rouba a bandeira. E a famosa brincadeira cai no poço - era pra ser cheia de malícia, mas a gente se esbaldava com muita inocência. Quantas boas lembranças de um tempo dourado!

Hoje, as crianças nem sabem que brincadeiras são essas citadas anteriormente. Talvez nem se interessem. Ou não sejam estimuladas a se interessarem. É muito mais conveniente, e muito mais sem graça também, deixar uma criança se entreter com jogos eletrônicos do que ensiná-la brincadeiras simples, mas sadias, como as que aprendemos com os nossos pais há alguns anos.

Nós, sim soubemos aproveitar. Éramos inocentes, simplesmente crianças. Vivíamos bem distantes da corrupção, de adulteração disso ou daquilo, de mensalão, de violência, de crueldade, etc. Apesar das críticas, não há o que reclamar. Tivemos uma infância feliz!!



Justificativa

Hoje, as crianças estão muito mais preocupadas em se adequar as novas tecnologias e não vêem que vivendo no mundo "virtual" em que se situam estão perdendo a melhor fase de suas vidas. Parece que nem mesmo os pais têm consciência disso. Acham que dando tudo do bom e do melhor, em termos de equipamentos eletroeletrônicos estão fazendo seus filhos mais felizes, mas não percebem que o que realmente traz felicidade é vivenciar cada época de nossas vidas, sem pular etapas. Crianças mais felizes, conseqüentemente, se tornam adultos mais felizes.

Para tanto, este projeto intitulado” Projeto Brincadeiras de Outrora” tem a finalidade resgatar as brincadeiras e jogos da nossa cultura popular inserindo essas brincadeiras, que são de suma importância para o desenvolvimento físico da criança. Estes jogos e brincadeiras são atividades que poderão ser compartilhadas até com seus familiares, colegas e amigos de sua comunidade.

O brincar e o jogar são atos indispensáveis à saúde física, emocional e intelectual e sempre estiveram presentes em qualquer povo desde os mais remotos tempos. Através deles, a criança desenvolve a linguagem, o pensamento, a socialização, a iniciativa e a auto-estima, preparando-se para ser um cidadão capaz de enfrentar desafios e participar na construção de um mundo melhor.

Este projeto envolverá um conjunto de fatores que devem existir para uma vida melhor e saudável. Isso é que para se ter uma boa qualidade de vida, é necessário mudança de comportamento, vivência de novos valores, disciplina, respeito mútuo, atenção a saúde, solidariedade, entre muitos outros.



Objetivo geral:

Resgatar valores, socializar brincadeiras que eram realizadas no passado, ampliar seu círculo de brincadeiras, tornar as crianças mais solidários e participativas, incentivar o trabalho de equipe.

Objetivos específicos:

• Reconhecer semelhanças e diferenças da criança de hoje e de outros tempos;
• Identificar o cotidiano de uma criança nos tempos atuais;
• Pesquisar com as crianças, quais brincadeiras que mais gostam;
• Descobrir as principais manifestações folclóricas em nosso país;
• Confeccionar de Pipas ( a mais engraçada, Original, Diferente );
• Identificar e reconhecer Músicas Folclóricas, cirandas;
• Utilizar Trava-Línguas, parlendas;
• Resgatar jogos, canções, danças de rodas e brincadeiras de antigamente.


Conteúdos:

• Uso da linguagem oral para conversar e expressar idéias e opiniões;
• Leitura de pequenos textos como: Trava-Línguas, Parlendas, Canções, etc.;
• Cantigas, danças de roda, brincadeiras antigas e brinquedos utilizados pelos nossos pais e avós;
• Participação em jogos, brincadeiras de antigamente;
• Participação nos jogos.


Metodologia e estratégias:

• Material didático
• Livros de histórias
• Gravuras e Cartazes
• Textos e leituras variadas
• Atividades xerocopiadas e dirigidas
• Criações diversas
• Vídeos
• Pesquisa com pais, familiares, vizinhança sobre brincadeiras/jogos do tempo deles em criança;
• Diálogos e relatos
• Músicas
• Recreações, jogos e brincadeiras
• Competições de brincadeiras ( Corrida do Saco, Corrida da batata na colher, Dança das cadeiras, Taco, Amarelinha, Batata Quente, Cabo de Guerra, Pé de Lata, Elástico, Peteca, Queimada, etc. );

Avaliação:

Acontecerá no decorrer do processo através da observação e execução das atividades aplicadas.

É através das crianças que se perpetuam as brincadeiras tradicionais, sendo, estas, preservadas e recriadas a cada nova geração. Portanto, resgatar a tradição das brincadeiras é uma forma de ampliar o universo lúdico e cultural das crianças, além de promover uma interação com outras gerações. Assim como nossos pais e avós, com certeza temos uma história pra contar sobre nossos brinquedos prediletos e uma brincadeira a ensinar.



Referências
Livro “Brincadeira para Crianças de Todo Mundo.
KISHIMOTO, T.M. (Org). Jogos, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. Ed. São Paulo, Cortez. Edição, 2007.

 
 
Fonte: Este projeto foi a contribuição da professora B. Sena do Grupo Professores Solidários.

Projetos de brincadeiras

PROJETO: BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS
DE ONTEM E HOJE

JUSTIFICATIVA:

Proporcionar as crianças momentos de convivência saudável, amiga, criativa e construtiva; pois através da brincadeira a criança atribui sentido ao seu mundo, se apropria de conhecimentos que a ajudarão a agir sobre o meio em que ela se encontra.



OBJETIVOS DO TRABALHO:

• Aumentar o repertório de brincadeiras infantil,
• Participar de situações de socialização,
• Participar de jogos que sejam trabalhadas regras em grupo,
• Construção de brinquedos com sucatas,
• Registrar de diferentes formas o brincar.


OBJETIVOS DIDÁTICOS:

- Ampliar as possibilidades expressivas nas brincadeiras, jogos e demais situações de interação.
- Explorar e identificar elementos da musica para se expressar, interagir com outros.
- Produzir trabalhos de arte utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da colagem e da construção.
- Participar de variadas situações de comunicação oral.
- Participar de diversas situações de intercambio social.
- Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos.


CONTEÚDOS:

Movimento:
• Utilização expressiva intencional do movimento nas situações cotidianas e em suas brincadeiras.
• Percepção de estruturas rítmicas para expressar – se corporalmente por meio de brincadeiras.


Natureza e Sociedade:
• Participação em brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais de sua comunidade e de outros grupos.


Música:
• Participação em situações que integrem músicas, canções e movimentos corporais.


Artes:
• Exploração dos espaços bidimensionais e tridimensionais na realização de seus projetos artísticos.
• Exploração e utilização de alguns procedimentos necessários para construção.


Linguagem Oral e Escrita:
• Uso da linguagem oral para conversar e brincar.
• Observação e manuseio de materiais impressos como livro e revistas.
• Valorização da leitura como fonte de prazer e entretenimento.
• Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita.


ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS:

- Pesquisa junto às famílias sobre as brincadeiras da infância.
- Pesquisa em livros e na internet sobre a origem de alguns dos brinquedos e brincadeiras.
- Selecionar alguns brinquedos que possam ser construídos pelas crianças.(bilboquê, peteca, vai e vem, pião, cavalo de pau, e outros.).
- Coletar algumas sucatas para confecção dos brinquedos.



ETAPAS DO TRABALHO:

• Rodas de conversa (Quais os brinquedos preferidos?).
• Listar os brinquedos em cartaz.
• Roda de conversa (Qual a brincadeira preferida?).
• Listar as brincadeiras e escolher algumas para brincar.
• Pesquisar junto com as famílias sobre as brincadeiras e brinquedos do seu tempo de infância.
• Ler as pesquisas para as crianças e junto com as crianças selecionar algumas para brincamos.
• Propor para que as crianças desenhem algumas brincadeiras.
• Proporcionar oportunidade para que as crianças confeccionem alguns brinquedos.
• Escrever junto com as crianças regras de algumas brincadeiras para confecção de um livro de brincadeiras para acervo da escola. (texto coletivo).


PRODUTO FINAL:

- Exposição para os pais dos desenhos, pinturas e brinquedos confeccionados.
- Livro de brincadeiras.

PROJETO JOGOS & BRINCADEIRAS




Procedimentos para o desenvolvimento:
- Se for atividade para salas de aulas, o circuito deverá funcionar como uma gincana. Cada sala escolhe os elementos que vão participar de cada etapa do circuito. No final, somatória dos pontos ou missão cumprida sairá uma sala ou turma vencedora. O mesmo acontecendo se for organizada para uma sala somente, a etapa serão dividas entre os grupos de alunos.

- Em outros tipos de festas e comemorações divide-se o numero de criança que participará em grupos.

DESENVOLVIMENTO:

Em um cenário que reproduz uma floresta, circo, festa de aniversário, ou qualquer outra festa de comemoração, as crianças participam de atividades como: Ludo Gigante, Boliche, Arremesso de Bolas (derruba latas), Pescaria, Atelier de Transformação, Corrida do Saco, Corrida de Ovos (cozido de preferência), Desafio Cultural, Construção de Frases sugestivas (cartazes), Dicionário Musical.

1 - LUDO GIGANTE: Na brincadeira, as crianças arremessam os dados e começam a percorrer o circuito do jogo de Ludo.As mesmas se transformam em peças do um jogo. Cada casa deverá conter um número com uma missão, de acordo com o objetivo do circuito será as missões. vencerá quem primeiro chegar ao final.

2 - BOLICHE: Usando garrafas de Pet, a criança ira tentar derrubar o grupo de garrafas, cada garrafa deverá ter um numero e se fará a soma de pontos. Nesta brincadeira, também poderá conter dentro de cada garrafa uma pergunta de conteúdos trabalhados em historia, ciências e geografia.

3 - ARREMESSO DE BOLAS: A criança tem que arremessar a bola para derrubar o maior número possível de latas. O desafio é conseguir acertar o máximo de latas.

4 - PESCARIA: A pescaria resgata uma das mais tradicionais brincadeiras infantis, na qual as crianças usam uma varinha de pesca para tentar içar peixinhos enterrados na areia. cada peixinho deverá ter uma missão a ser cumprida. Algo simples e de conhecimento da criança. usar conteúdos trabalhado se for festa na escola.

5 - ATELIER DE TRANSFORMAÇÃO: Aqui a criança tem que se transformar. Pintando o rosto, vestindo-se de acordo com que foi pedido. No atelier deve conter fantasias, maquiagens sapatos, perucas etc. Essa é parte divertida da brincadeira, todos que se transformar ganham ponto.

6 - CORRIDA DE SACO: Outra brincadeira que resgata uma das mais tradicionais brincadeiras infantis, a criança dentro de uma saco deverá cumprir a missão de partir de um determinado lugar e correr pulando, para chegar onde foi estipulado. Será vencedor quem chegar primeiro.

7 - CORRIDA DE OVOS: Mais uma brincadeira que resgata um desafio tradicional infantil, as crianças se posicionarão em uma linha reta, e com uma colher na boca contendo um ovo, deverá levá-lo até determinado lugar. Marca ponto quem conseguir levar o ovo sem derrubá-lo.

8 - DESAFIO CULTURAL: Entre os mais intelectuais esta brincadeira é de puro prazer. Serão feitos sorteios de perguntas e respostas para os elementos participantes. Exemplo: Paulo pergunta para Pedro, se Pedro acertar ponto para o mesmo, se errar o ponto fica com o adversário. Poderão ser usadas perguntas de atualidades, de conteúdos trabalhados ou mesmo a tabuada.

9 - CONSTRUÇÃO DE FRASES: Os artistas gostam muito desta atividade. Deverão ser estipulados os temas ou mesmo uma mensagem e as crianças participantes colocam a imaginação para fluir. nesta atividade deverá ter cartolinas, lápis de cor, canetinhas, giz de cera, pincel atômico, e etc.

10 - DICIONÁRIO MUSICAL: Uma divertida brincadeira, escolhe-se algumas músicas, de preferência conhecida pelas crianças, uma a uma as músicas são tocadas e se faz uma parada, a criança deverá dizer sem erro a continuação da frase em que parou a música. Vence quem conseguir acertar maior numero de músicas

ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS:

GANHAR OU PERDER:

A - Para que o ambiente do jogo permaneça agradável e sadio, para que não veicule mal-estar, o fato de perder não deve ser vivido como uma derrota, mas como uma experiência provisória que permite progredir em direção a uma vitória futura. Por outro lado, não se trata de desvalorizar o fato de ganhar, mas de levar a criança a uma aceitação dos resultados, sejam eles quais forem, a um equilíbrio de suas emoções e a uma cumplicidade com os outros jogadores, para que o jogo seja um jogo leve, alegre, sem maior importância do que o instante vivido e logo esquecido.O professor deverá influenciar positivamente nas atitudes da criança, em relação a que ganha, felicitando-a, ou em relação ao que perde, confortando-a e estimulando-a a continuar o jogo.

B - O professor poderá oferecer às crianças várias oportunidades de jogar e vencer, o que leva a minimizar os efeitos dos resultados do jogo. Muitas vezes as crianças encontram no próprio grupo o remédio para a decepção de perder, seja criando jogos em que a ação se dá por cooperação, não havendo necessariamente um vencedor, sendo o principal “é participar”.

C - O professor deverá estar sempre presente, promovendo conversas com as crianças antes e depois dos jogos (nunca durante a ação do jogo), para ajudá-las a se tornarem bons jogadores, levando em conta que o bom jogador deve ser capaz de:

*Do ponto de vista afetivo: de não se identificar com o resultado do jogo, seja ele qual for, e não considerá-lo como definitivo.

*Do ponto de vista social: de compreender que é preciso compartilhar a vitória e a derrota e de compreender o ponto de vista do outro.


" O jogo dá oportunidade à criança de se livrar progressivamente do egocentrismo, para adotar o ponto de vista do outro e poder prever suas reações..."



Autoria: Profª. Ana Lúcia F. Tessari Silva





 PROJETO BRINCADEIRAS


Alunos atendidos: 1ª série
Orientação: Multiplicadores

Descrição do projeto

Como professora alfabetizadora, a minha maior preocupação é conseguir alfabetizar os meus alunos em menor tempo possível. Mas nem sempre eu consigo atingir os meus objetivos com todos os alunos.
No decorrer deste ano, eu trabalhei com os alunos que apresentavam muita dificuldade em aprender a ler e a escrever. Entre esses alunos eu encontrei alunos que estavam em fases bem diferentes, o que dificulta ainda mais o acompanhamento de tudo nas atividades propostas e a minha assistência para com eles.
Quanto a escrita, encontrei alunos em fases pré-silábica, silábica, silábica-alfabética e apenas um em fase alfabética.
De acordo com Telma Weisz, para que uma criança possa representar a escrita ela precisa construir construir respostas para duas questões:
O que a escrita representa?
Qual a estrutura do modo de representação da escrita?
A escola considera que a escrita é uma representação dos sons da fala. Mas não é. De início a criança supõe que a escrita é uma forma de desenhar as coisas. Ao se dar conta das características formais sobre a escrita, a criança constrói então hipóteses que vão acompanhá-la por algum tempo no processo de alfabetização:
De que é preciso um número mínimo de letras, entre duas e quatro para que esteja escrito alguma coisa; e que é preciso um mínimo de variedades de letras que "sirva para ler".
Antes de supor a escrita como representação da fala, a criança faz várias tentativas para construir uma escrita parecida com a do adulto. Essas tentativas são chamadas hipóteses. Um exemplo é a hipótese silábica, onde a criança emprega valor sonoro para cada conjunto de letras emitidos por ela e indicadas como sílaba da palavra.
A partir do momento que passei a observar e entender como os meus alunos aprendiam, resolvi recorrer a meios que possibilitassem uma melhor aprendizagem e que despertassem interesse nos alunos.Resolvi buscar temas que estimulassem a leitura e escrita.
Após observar as reações e conversar entre os alunos, definimos como tema para o Projeto Brincadeiras, pois é um dos acontecimentos mais comuns na vida de muitas crianças e também porque existem crianças na sala que não costumam brincar com outras crianças, a não ser na escola. Muitos desconhecem brincadeiras e brinquedos. Fiz, então a proposta aos alunos de que iríamos trabalhar esse assunto em sala de aula e que futuramente poderíamos estar trabalhando o mesmo interligado com a informática.
Partimos, então para o preenchimento do Quadro de Cognição.
O que sabemos? O que queremos saber? Como vamos fazer?
O projeto será realizado no decorrer de 2001, podendo existir uma continuidade de acordo com a disposição da turma no próximo ano letivo.
Estando no mês de outubro, percebi que não havia atingido o que eu esperava. Dos 25 alunos que tenho eu não conseguir alfabetizar oito, eles apresentam alguns avanços, mas muito pouco. E quanto ao restante eu espero que eles avancem mais na leitura e escrita e, que sejam mais completos em suas idéias.
Acredito que através de um tema que faz parte de suas vidas e juntamente com a proposta de trabalhar no computador as suas produções, os alunos fiquem mais motivados e passe a produzir mais.Para os alunos que já escrevem e lêem textos, quero poder está fazendo intervenções na leitura e escrita para que eles reflitam e construam uma escrita mais aproximada da convencional e para os que ainda não conseguem ler, eu espero que a informática sirva de estímulo para construir a escrita e que leiam pelo menos um pouco até o final do projeto.

Objetivos gerais

-Desenvolver um trabalho de alfabetização adequado às necessidades de aprendizagem dos alunos, acreditando que todos são capazes de aprender, brincando.
-Resgatar jogos, brincadeiras, cantigas históricas que fazem parte da cultura e que são esquecidos com o tempo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

-Despertar o interesse dos alunos na leitura e escrita, buscando na brincadeira meios que favoreça a aprendizagem.
-Construir a escrita e leitura através de desafios propostos por meio da informática e de atividades lúdicas.
-Identificar diferenças e semelhanças entre as brincadeiras.
-Reconhecer o valor dos brinquedos na vida de cada criança.

JUSTIFICATIVA DO PROJETO

Diante dos problemas já descritos, que se referem a alunos que não lêem e não escrevem muito bem e os que não fazem convencionalmente, acredito que a informática possa influenciar na aprendizagem desses alunos.
Espero que o projeto possam expor melhor suas idéias refletindo assim sobre a construção da escrita, envolvendo brincadeiras que foram citadas por eles no quadro de cognição como produção de textos envolvendo o tema assim como formação de palavras e que conheçam mais sobre sua cultura e de outros povos.

Desenvolvimento

Para desenvolver este trabalho, partir primeiro pelo tema que despertasse um maior interesse na turma e que trouxesse resultados eficientes naquilo que eu esperasse que melhorasse: a escrita e leitura de meus alunos. Depois da escolha do tema partimos para o preenchimento do quadro de cognição o qual foi preenchido com a colaboração dos alunos.

O desenvolvimento das atividades foi feito respondendo as questões:
O que queremos saber? Como vamos fazer?

Em respostas as questões partimos para escrever a lista das brincadeiras que gostaríamos de aprender como: amarelinha; pique- fruta; garrafa venenosa; dominó; baralho; carrinho; capoeira; dado e no computador, baseando em pesquisas feitas com a família; colegas; professoras; livros; comunidade e no computador.
As brincadeiras que alguns colegas já conhecem serão ensinadas aos demais com a ajuda da professora de Ed. Física: P. E., para que os ainda que não conhecem possam conhecer.
Durante o desenvolvimento das brincadeiras, eles serão chamados a atenção para observar as regras e procedimentos de cada uma. Entre as brincadeiras que os colegas possam aprender com o outro estão: amarelinha, pique- fruta, garrafa venenosa, carrinho, brincadeira de roda.
Após participar de cada brincadeira, passamos a escrever sobre a brincadeira que mais achou interessante. Para os alunos com dificuldade, que montem o nome de brincadeiras com o alfabeto móvel, sendo que o número de letras já serão definidas para montar as palavras.
Depois de realizar a produção de texto em sala e feita as intervenções pela professora, os texto serão digitados no programa Word pelos próprios alunos. E para os alunos que montarem as palavras com os nomes das brincadeiras, haverá uma atividade idêntica para que ele forme as palavras.
Uma brincadeira que será tema de pesquisa mais profunda para os alunos é a capoeira, pois envolve informações muito importantes que serão muito válidas para que os alunos conheçam. Pretendo trazer para a escola um grupo de capoeira que ofereça aos alunos respostas as questões levantadas por eles. Outro meio de enriquecer o conhecimento sobre a capoeira é fazer leituras sobre o assunto em livros, jornais, etc.
Como toda informação nova que apareça, após a apresentação e explicação sobre a capoeira, será feita uma sistematização coletivas de todas as informações adquiridas pelos alunos. Depois da sistematização será proposta uma produção escrita individual de tudo que aprendeu. O professor fará as intervenções necessárias na hora da escrita. Todas essas produções escritas serão levadas pelos alunos à sala de informática para a digitação feita por elas.

E os alunos com dificuldade?
Mesmo com dificuldade na escrita e na leitura, faremos uma tentativa em está propondo a eles que escrevam sobre a capoeira, tanto na sala de aula quanto no computador observando os avanços em relação a escrita e a leitura.
Em outro momento chamado "Oficina Pedagógica", estaremos confeccionando brinquedos como dominó, baralho, quebra- cabeça, dado, carrinho, boneca. Algumas brincadeiras serão elaboradas nos programas de computador como: Word e Paint com a utilização de figuras ou nomes de brinquedos confeccionados pelos alunos e com atividades que desafiam o raciocínio dos alunos como: acróstico, forca, charadas, produções escritas.
Em todos os momentos do desenvolvimento do Projeto, estaremos articulando as nossas produções aos programas do computador como: Paint para a utilização de desenhos e atividades que ofereçam desafios para as crianças como montar um brinquedo com as figuras geométricas que tem no programa, desenhos dos brinquedos que mais gostam.
As produções escritas e alguns desafios serão feitos no programa Word, de acordo com as atividades propostas. E se necessário recorreremos a Internet para completar alguma informação que convier.

Pretendemos atingir o maior número de áreas de conhecimento possível:
• Conhecer, reforçar as brincadeiras que fazem parte da cultura de um povo.
• Produção escrita e desenvolvimento oral.
• Reflexão sobre a leitura e a escrita.
• Observar que a brincadeira deve fazer parte de todas as crianças como elemento essencial para sua formação e história de vida.
• Criatividade nas produções artísticas.

Recursos:
• Alfabeto Móvel
• Dominó
• Cd Rom "O pequeno pensador"
• Fita de vídeo (Coleção "A pessoa mais importante" Vol. 1 e 2)
• CD Musical

 
 BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS
DE ONTEM E HOJE


Faixa etária: 5 anos
Professora: S. N. Silva

ÁREAS: Movimento, Natureza e sociedade, Artes, Música e Linguagem Oral e Escrita.

JUSTIFICATIVA:

-Proporcionar as crianças momentos de convivência saudável, amiga, criativa e construtiva; pois através da brincadeira a criança atribui sentido ao seu mundo, se apropria de conhecimentos que a ajudarão a agir sobre o meio em que ela se encontra.


OBJETIVOS DO TRABALHO:

• Aumentar o repertório de brincadeiras infantil,
• Participar de situações de socialização,
• Participar de jogos que sejam trabalhadas regras em grupo,
• Construção de brinquedos com sucatas,
• Registrar de diferentes formas o brincar.


OBJETIVOS DIDÁTICOS:

- Ampliar as possibilidades expressivas nas brincadeiras, jogos e demais situações de interação.
- Explorar e identificar elementos da musica para se expressar, interagir com outros.
- Produzir trabalhos de arte utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da colagem e da construção.
- Participar de variadas situações de comunicação oral.
- Participar de diversas situações de intercambio social.
- Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos.

CONTEÚDOS:

Movimento:
• Utilização expressiva intencional do movimento nas situações cotidianas e em suas brincadeiras.
• Percepção de estruturas rítmicas para expressar – se corporalmente por meio de brincadeiras.

Natureza e Sociedade:
• Participação em brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais de sua comunidade e de outros grupos.

Música:
• Participação em situações que integrem músicas, canções e movimentos corporais.

Artes:
• Exploração dos espaços bidimensionais e tridimensionais na realização de seus projetos artísticos.
• Exploração e utilização de alguns procedimentos necessários para construção.

Linguagem Oral e Escrita:
• Uso da linguagem oral para conversar e brincar.
• Observação e manuseio de materiais impressos como livro e revistas.
• Valorização da leitura como fonte de prazer e entretenimento.
• Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS:

- Pesquisa junto às famílias sobre as brincadeiras da infância.
- Pesquisa em livros e na internet sobre a origem de alguns dos brinquedos e brincadeiras.
- Selecionar alguns brinquedos que possam ser construídos pelas crianças.(bilboquê, peteca, vai e vem, pião, cavalo de pau, e outros.).
- Coletar algumas sucatas para confecção dos brinquedos.

ETAPAS DO TRABALHO:

• Rodas de conversa (Quais os brinquedos preferidos?).
• Listar os brinquedos em cartaz.
• Roda de conversa (Qual a brincadeira preferida?).
• Listar as brincadeiras e escolher algumas para brincar.
• Pesquisar junto com as famílias sobre as brincadeiras e brinquedos do seu tempo de infância.
• Ler as pesquisas para as crianças e junto com as crianças selecionar algumas para brincamos.
• Propor para que as crianças desenhem algumas brincadeiras.
• Proporcionar oportunidade para que as crianças confeccionem alguns brinquedos.
• Escrever junto com as crianças regras de algumas brincadeiras para confecção de um livro de brincadeiras para acervo da escola. (texto coletivo).

PRODUTO FINAL:

- Exposição para os pais dos desenhos, pinturas e brinquedos confeccionados.
- Livro de brincadeiras.



 


Fonte: Contribuição de L. Rodrigues no Grupo Professores Solidários

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

BRINCADEIRA: Cruzado ou Aberto




JEP (luterano), RJ, 1996.
Tema: concentração, descobrir a senha.

Duração: 5 minutos.

Público: adolescentes, mínimo 10 pessoas.

Material: duas canetas, lápis ou varetas; cadeiras.
Todos sentam-se em cadeiras arrumadas em círculo, deixando o centro livre.

O orientador pega uma vareta em cada mão e explica para o grupo que o jogo consiste em passar as varetas (uma em cada mão) para o vizinho da direita:
Cada pessoa ao passar deve optar por cruzar as varetas, colocando uma sobre a outra e formando um "X" ou deixá-las abertas, mantendo-as separadas, uma em cada mão.

Ao passar as varetas para o seu vizinho, se as suas varetas estiverem cruzadas, diga "Eu passo cruzado". Se as suas varetas estiverem abertas, diga "Eu passo aberto".
O orientador - que no início é a única pessoa que sabe a senha - observa a posição das pernas de cada um, e responde "Sim" ou "Não" de acordo (se as pernas do participante estão cruzadas ele precisa passar as varetas cruzadas; se as pernas estão descruzadas, ele deve passar as varetas abertas). Atenção que as pessoas às vezes mudam de posição durante o jogo e precisam mudar a forma como passam as varetas de acordo. O orientador não explica porque sim ou não; o jogo se torna mais engraçado a medida em que alguns jogadores descobrem a senha e participam no coro do "Sim" e do "Não".
Quando a maioria já souber a senha e antes que o grupo perca interesse no jogo, finalize-o, fazendo uma rodada em que aqueles que já conhecem a senha, procuram mostrar aos demais como acertar a senha.


Esta e muitas outras brincadeiras encontram-se no site Idéias e Dicas para JE & ED

quinta-feira, 23 de julho de 2009

ATIVIDADES RECREATIVAS

1) Atividade: Encestar o arco
Número de jogadores: De 10 a 25 alunos
Área de jogo: Em sala de Aula ou no pátio da escola
Forma de organização: O professor divide os alunos em colunas, coloca-se a uma distância determinada por ele, os outros do outro lado. O primeiro da coluna com o arco terá que encestar o arco em seu companheiro. Após o ato, este virá correndo, passando o arco para o próximo, e dirige-se para o final da coluna, e o aluno que lançou o arco tomará o lugar do que foi encestado. O jogo termina quando o primeiro aluno voltar à sua posição inicial.
Faixa etária: De 8 a 11 anos
Objetivos: Desenvolver explorando os movimentos naturais e logo após os mais complexos fazendo com que os mesmos sejam de uma forma progressiva.
Materiais: Arcos
Variações:
1ª: Dividem-se os alunos em colunas, o primeiro de cada coluna deverá lançar o arco, girando para cima e tentar entrar embaixo, tentando se encestar.
2ª: Dividem-se os alunos em colunas. À voz de comando do professor, os alunos deverão ir passando por dentro do arco e o professor orientará como deve-se realizar o exercício. Logo, eles irão descobrindo as diversas maneiras de desenvolver a atividade (como pular corda).


2) Atividade: Prender a bola
Número de jogadores: De 10 a 25 alunos
Área de jogo: Em sala de aula ou no pátio da escola
Forma de organização: Os alunos serão divididos em duplas e o professor demarcará o espaço a ser percorrido. Os alunos (duplas ) de cada grupo prenderão uma bola ou um outro objeto na testa e enlaçados com um arco à cintura. À voz de comando, estes, com as mãos para trás, levarão esse objeto sem deixar o arco cair até à dupla de seu grupo.
Faixa etária: De 5 anos acima
Objetivos: Incentivar a Sociabilização, convivência e companheirismo e domínio.
Materiais: Arcos e bolas de tênis
Variações:
1ª: Os alunos em duplas, o professor colocará uma tira de elástico ( ou similar ) nos braços e pernas, prendendo um ao outro. À voz de comando, estes sairão andando, combinando os passos e entregarão a bola para a outra dupla, vencendo o grupo que terminar todas as duplas primeiro.
2ª: Os alunos, na mesma formação anterior, com os braços e as pernas presas um ao potro, terão que chegar aos seus companheiros, mas irão passando por dentro do arco, entregando o arco para os colegas.


3) Atividade: Corrida de jornal em duplas
Número de jogadores: Grupos de 6 alunos
Área de jogo: Sala de aula ou ao solo
Forma de organização: As duplas, unidos por argola de câmara de ar nos tornozelos, de posse cada dupla de duas folhas de jornal. Após a organização, cada dupla ficará sobre um jornal e colocará outro à frente. Ao sinal do professor, a dupla passará para o jornal da frente e puxará num segundo momento, o jornal que ficou para trás, para sua frente, repetindo o gesto que ultrapassem a linha de chegada. Não será permitido deslocar-se fora do jornal.
Faixa etária: De 8 a 11 anos
Objetivos: Desenvolver o equilíbrio, a interação e a cumplicidade em grupo de trabalho
Materiais: Jornais, câmaras de ar ou argolas.
Variações: Em duplas dentro de um círculo feito de giz e numerados, solicitar uma dupla de posse de um jornal amassado esta dupla fora do círculo, joga o jornal amassado para cima e chama um número. Neste momento todos devem trocar de lugar. A dupla chamada, de posse do jornal amassado, tentará atingir os participantes antes que consigam efetuar a troca, e o participante da dupla que for atingido passará para fora dos círculos. A dupla que conseguir êxito na troca não poderá ser mais atingida.


4) Atividade: Vamos acordar?
Número de jogadores: Um nº. De 10 alunos acima
Área de jogo: Em sala de aula ou qualquer outro local
Forma de organização: Os alunos dispostos em círculo sentados ao chão, ou em cadeiras ou até mesmo em pé, as mãos cruzadas dispostas sobre o peito. Um aluno ficará no meio do círculo com uma bola que deverá ameaçar lançá-la a qualquer aluno que estiver no círculo, este não poderá mover as mãos a não ser que realmente ele lance, portanto o aluno deverá pegá-la. O aluno que mover as mãos ou se laçada a bola e deixá-la cair, sairá fora da brincadeira e assim por diante, até que restar somente um aluno dentre todos os do círculo.
Faixa etária: De 8 anos acima
Objetivos: Desenvolver a percepção, agilidade e atenção.
Materiais: Bola
Variações: Lenço a trás. O s alunos dispostos em círculo em pé, um aluno ficará ao centro deste e outro fora. O aluno que estiver fora deverá percorrer o círculo e apenas deixar o lenço cair atrás de um dos companheiros. O aluno do centro que certamente estará atento deverá tentar pegar o roubar o lenço de trás do amigo antes que ele perceba que este se encontre lá. Este não percebendo será o aluno do centro e assim sucessivamente.


5) Atividade: Trocar de roupas (jogo de estafeta)
Número de jogadores: De 10 a 20 alunos
Área de jogo: Pode ser em sala de aula mesmo
Forma de organização: A critério do professor, ele poderá trazer as roupas ou combinará com os alunos para trazerem roupas (boné, calção, camisas etc...), suficientes para o depósito da brincadeira. Dividem-se os alunos em colunas. À voz de comando, os primeiros de cada coluna deverão vestir a s roupas, correrem até o lugar marcado, tirá-las e voltarem, tocarem na mão do companheiro e este irá até o local, vestirá as roupas e voltará, e passando para o próximo. É importante se iniciar com duas peças e ir acrescentando outras no decorrer da brincadeira.
Faixa etária: De 7 anos acima
Objetivos: Memorização, companheirismo e agilidade.
Materiais: Roupas em geral e acessórios...
Variações: Pegar objetos; dividem-se os alunos em grupo. O professor designará o objeto a ser levado. Ao comando do professor, os primeiros alunos de cada grupo deverão pegar o objeto determinado e levar até o seu companheiro. Repete-se a brincadeira. Incrementando com outros objetos. Orientar aos alunos quanto à entrega dos objetos, que deverá ser na mão do seu companheiro. O professor deverá colocar objetos de vários tamanhos


6) Atividade: Alvo móvel
Número de jogadores: 20 alunos
Área de jogo: Solo
Forma de organização: Dividem-se os alunos em dois grupos, ficando cada grupo de um lado do espaço demarcado e cada aluno em posse de qualquer tipo de bola. O professor arremessará um alvo para cima e os alunos, à voz de comando, deverão tentar acertar esse alvo. Obs: Poderão ser bolas de meias.
Faixa etária: 7 e 8 anos
Objetivos: Desenvolvimento e domínio às coordenações dos movimentos diversificados, habilidade e agilidade.
Materiais: Bolas e por ex: um boneco como alvoVariações:
1ª: Colocados da mesma forma anterior, agora estes deverão rolar a bola para o colega, podendo variar, rolando com as duas mãos, só com a direita ou a esquerda.
2ª: Pode-se arremessar a bola de costas para o colega, este pega a bola, vira e arremessa para ocompanheiro, criando-se variações.


7) Atividade: Handebol com Alvo
Número de jogadores: De 14 a 20 alunos
Área do jogo: Quadra ou espaço livre para marcar
Forma de organização: Dois grupos com números iguais de alunos, diferenciar os grupos A e B. Demarcar a área do gol com uma corda de 5 a 6 metros de comprimento. Nos gols será pendurado um arco ou pneus.Regras: Não é permitido entrar na área do gol ou pisar na linha, se isso ocorrer, o grupo perdera a posse da bola. Não é permitido dar mais de 3 passos com a bola. Quicar a bola no solo para passar ao colega.Será considerado vencedor o grupo que marcar, maior número de pontos.
Faixa-etária: De 8 aos 12 anos
Objetivos: percepção, noção de espaço, trabalhar em equipe.
Materiais: 1 bola, 1 corda e 2 arcos.
Variação: Realizar a mesma atividade, mas em duplas e colocar mais arcos


8) Atividade: Distribuir e recolher
Número de jogadores: De 20 a 30 alunos
Área do jogo: Quadra, espaço livre ou na sala.
Forma de organização: Dois grupos com números iguais de alunos, estarão em coluna atrás de uma linha demarcada. Na frente das colunas serão colocadas quatro bolas para cada grupo, ao lado da linha de saída. O primeiro corredor deverá carregá-las uma a uma, em quatro corridas, colocando-as dentro dos arcos dispostos à frente. O corredor seguinte deverá apanhá-las uma a uma em quatro corridas.Será vencedor o grupo que terminar em primeiro
Faixa-etária: De 6 a 10 anos
Objetivos: O trabalho em equipe, percepção motora ao recolher e distribuir, noção de espaço e agilidade.
Materiais: 4 bolas, 4 arcos e 2 caixas.
Variação: Em duas colunas de alunos, colocar as caixas quadro metros à frente, um aluno irá segurar um arco em cima da caixa, mas um pouco para frente, os alunos nas colunas tentarão acertar a bola dentro do arco e cair na caixa.



9) Atividade: Bola ao túnel
Número de jogadores: De 15 a 25 alunos
Área de jogo: Quadra ou na sala de aula.
Forma de organização: Os alunos formarão um círculo com as pernas afastadas, os pés encostados uns aos outros e as mãos nos joelhos. O professor ficará no centro jogando uma bola entre as pernas dos alunos, que por sua vez, não deixarão a bola passar por debaixo de suas pernas, entrará no círculo e com outra bola ajudará o professor nos arremessos, dificultando para os demais alunos.
Faixa-etária: De 7 aos 11 anos
Objetivos: Motricidade, agilidade, espaço e percepção.
Materiais: 2 bolas
Variação: Com o mesmo material, fazer duas colunas dar a bola para o primeiro e assim vai passando, pode ser por cima da cabeça, das pernas e de lado o ultimo irá ser o primeiro, assim sucessivamente.


10) Atividades: Chute aos cantos
Número de jogadores: De 16 a 20 alunos
Área do jogo: Quadra ou espaço livre para marcar
Forma de organização: Montar dois grupos com número igual de alunos. Nas linhas de fundo da quadra fazer dois quadrados que serão as bases. A quadra será dividida ao meio, de um lado ficara o grupo A e, nas bases, alunos do grupo B do outro lado, o grupo B e, nas bases, alunos do grupo. Ao sinal, o grupo que está com a posse da bola deverá, em seu campo, fazer três passes e chutar nos campos, para uma de suas bases pegar a bola. O grupo adversário tentará interceptar a bola com os pés. Caso a bola do grupo que chutou chegue às suas bases e o aluno segure a bola sem cair do quadrado ou pisar na linha, será considerado ponto. Quando um dos grupos marcar ponto a bola a bola será do grupo adversário.Será considerado vencedor, o grupo maior número de pontos.
Faixa-etária: De 8 aos 12 anos
Objetivos: Socialização, noção de espaço, integração grupal
Materiais: 1 bola
Variação: Pode-se trabalhar o jogo da bandeirinha, na mesma quadra, com divisão dos alunos, competir ao pegar a bandeirinha do adversário.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Baralho... um recurso super legal!

Gente, aprendi hoje com a Betty, no blog http://mate-magica.blogspot.com/
que o baralho é um recurso muito bom para se trabalhar. Vejam só:


O baralho que conhecemos (utilizado para os jogos de carteado) pode ser um recurso barato, fácil ( já está pronto e pode ser comprado em qualquer padaria de SP), é muito útil nas aulas de Mate-Mágica .

Algumas sugestões de JOGOS :
( 1º ao 3º ano)

-"FAÇA 10 !!!"
-até 4 jogadores;
-36 cartas ( de um baralho comum retire as figuras : reis, damas e valetes e as 4 cartas de valor 10);
-distrubuir as cartas entre os jogadores, deixando-as em montinhos voltadas para baixo;
-virar uma carta na mesa ( se sobrarem mais, deixá-las viradas);
cada jogador - na sua vez - irá virar a carta de cima do seu monte e tentará completar um total de 10 pontos com as cartas viradas que estão na mesa. Fazendo 10 pontos , ficará com as cartas e constituirá um novo monte com elas;
- se o jogador não conseguir formar o 10 pontos deverá deixar a sua carta na mesa;
- o jogo acaba quando não for mais possível formar 10 pontos;
-vence quem tiver maior nº de cartas ( ou maior nº de pontos - isto deve ser combinado ANTES do jogo começar).

VARIAÇÕES :
-para começar, ou com os jogadores "iniciantes" podemos - após distribuir as cartas - ir virando a carta de cima do monte e enunciar o quanto falta para chegar a 10.
-podemos confeccionar e acrescentar cartas com valor 10, 20, 30,....90 e jogar o "FAÇA 100 !!!"
- idem , confeccionar cartas 100, 200, ...900 e jogar o "FAÇA 1000!!!"

-" GANHA QUEM CHEGA A ZERO !!!"
-até 4 jogadores;
- 12 cartas ( 2 de cada) numeradas de 1 a 6 (OU 2 dados);
-cada jogador começa o jogo com 40 pontos (pode-se estipular outros valores, para as crianças menores podemos começar com 20 pontos);
-as cartas ficam num monte no centro da mesa, e voltadas para baixo. Cada jogador na sua vez vira 1 carta e subtrai este valor do total de seus pontos ( 40-6, por exemplo se virou a carta com valor 6);
-Quem chegar 1º a ZERO pontos ganha o jogo.

VARIAÇÃO :
-para as crianças menores ou iniciantes podemos usar palitos para auxiliar : cada jogador recebe 40 palitos ( ou o valor estipulado para começar o jogo) e a cada jogada " retira" do total o nº de palitos correspondente ao valor das cartas que recebeu. É "mais visível ".
É uma forma divertida da garotada começar a trabalhar com a adição e a subração usando o cálculo mental. Experimentem !
Beijos embaralhados ! Betty

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Brincadeira: Pular elástico

Vi que a ANALUCI postou no blog Vida de Professora essa brincadeira e relembrei como há um tempo atrás era uma verdadeira febre esse jogo. Hoje não se vê mais. Aliás, hoje a criançada está mais interessada em jogos eletrônicos...  Resolvi colocar aqui e vou ensinar meus alunos. O custo do elástico é baixo e o espaço necessário pra brincar é bem pequeno. Incentivando as brincadeiras que exercitam o corpo estaremos colaborando com a saúde do corpo e da alma, pois criança feliz é criança que brinca!


Separe 2 metros de elástico de roupa e dê um nó.
Duas crianças em pé, frente a frente, colocam o elástico em volta dos tornozelos, formando um retângulo.
Um terceiro participante faz uma seqüência de saltos, pulando para dentro, sobre e para fora do elástico.
O objetivo é fazer tudo sem tropeçar, aumentando o grau de dificuldade.

Letícia (Joinville/SC 21/11/2008 08:20) explica como se brinca:

"Sou prof de ed fisica... ensinei para meus alunos o mesmo que aprendi quando criança e era assim:
dentro,
fora,
dentro,
fora,
dentro,
pisa, (pisando no elástico) fora,
X (nesse x, depois do X vc precisa pular e cair com os 2 pés certinhos dentro do elástico... )

Dai vai aumentando o grau de dificuldade canela, batata da perna, joelho, coxa e cintura (quando chega na altura da cintura vc não precisa mais saltar sempre com os 2 pés juntos, no caso vc deve levantar uma perna de cada vez, seguindo a música.
Depois o elástico fica na altura do peito, aí você deve fazer uma manobra de entrada e saída
Depois é pescoço, faz a mesma manobra só que com o pescoço e depois quem segura o elástico deve levantar o braço e vc salta no meio, ao invés de usar as pernas você usa os braços... (dentro, fora, dentro, pisa, fora e X)
Se conseguir passar daí, recomeça tudo, mas quem segura o elástico utiliza somente uma perna, deixando o espaço bem estreito."


sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Vamos pular amarelinha ?


Cristiane Chica
Coordenadora do NUTEC- Mathema
Recomendado para crianças a partir dos 4 anos.

Conteúdo: Números, noção de espaço e medidas.
Competências e habilidades: Reconhecimentos de algarismos, seqüência numérica, contagem e comparação de quantidades. Avaliação de força e distância.
Recursos: amarelinha desenhada no chão.


Quem não conhece a amarelinha? É uma das mais tradicionais brincadeiras de rua deste país. Nela a criança tem de pular - ora com um pé só, ora com os dois - sobre quadrados riscados no chão, evitando pisar na casa onde foi lançada a pedrinha com que se marca a progressão em direção ao "céu", o ponto final da brincadeira.
Durante o jogo, é preciso abaixar sem encostar um dos pés no chão, rodopiar no ar, deslocando-se ora para um lado, ora para o outro, ora para frente, ora usando as mãos, ora os pés. É um exigir constante do controle sobre o corpo e o espaço.
Adotar a amarelinha nas aulas de matemática significa poder desenvolver a inteligência corporal a partir das relações realizadas entre as crianças com seus recursos corporais e elementos do meio.Além do desenvolvimento do esquema corporal e noção espacial, podemos dizer que a amarelinha também auxilia no desenvolvimento de noções de medidas e números.
Ao lançar a pedrinha no quadrado desejado é preciso avaliar a quantidade de força a ser colocada na mão, avaliar a distância entre o corpo e a casa atingida.
Contagem, seqüência numérica, reconhecimento de algarismos, comparação de quantidades, são alguns conceitos e habilidades que podemos desenvolver a partir desse trabalho.
Você já havia notado quanta matemática podemos explorar numa simples brincadeira?
Dicas para iniciar a brincadeira pela primeira vez:
Faça uma roda com os alunos e pergunte a eles:
- Quem conhece a amarelinha?
- Quais os tipos de amarelinha que conhecem?
- Deixe que desenhem como elas são.
- Como se joga a amarelinha?
- Como podemos organizar essa brincadeira?
- Como se decide quem joga primeiro?
Após levantar o que os alunos sabem sobre essa brincadeira, a professora pode propor que todos vão conhecer uma amarelinha .
Pode-se iniciar explorando com as crianças somente a maneira de pular, uma vez que não é simples esse pular, elas precisam coordenar muitas ações ao mesmo tempo. Num outro momento então, pode-se ensiná-las como é a brincadeira. Enquanto algumas crianças são convidadas a iniciar, as demais observam sentadas em círculo ao redor do diagrama. Uma criança também pode auxiliar a outra.
Uma nova organização da classe:
Quando os alunos já estiverem familiarizados com a brincadeira, o professor pode desenhar de dois a quatro esquemas da amarelinha para que possam brincar, sendo que em cada grupo seja colocado duas crianças que já tenham maior conhecimento para auxiliar as demais.
Ao final, reúna a turma para fazer um fechamento da atividade: pode ser uma roda onde os alunos falem sobre como foi jogar, o que foi fácil e o que foi difícil, tomem decisões sobre como realizar a brincadeira numa próxima vez, ou realizar um desenho da brincadeira, ou ainda produzir um texto coletivo sobre as regras aprendidas.Repita a brincadeira, pelo menos umas quatro vezes, para que todas as crianças tenham oportunidade de aprender a brincadeira e superar suas dificuldades, vencendo os desafios propostos, bem como, apreender todas as regras.
A amarelinha tradicional:
Desenvolvimento:
- As crianças devem decidir a ordem dos jogadores, ficando a primeira de posse da pedrinha;
- Cada jogador, ao chegar a sua vez, se coloca atrás da linha de tiro, de frente para o diagrama, e atira a pedrinha na casa número 1. Aproxima-se, então do diagrama, pulando a casinha onde está a pedrinha, caindo com os dois pés no 2 e no 3, com um pé só no 4 e repetindo esta seqüência até chegar ao 10. Na volta, sem entrar na casa número 1, nem pisar nela, ela deve pegar a pedrinha com os pés nas casas antecedentes, no caso, 2 e 3. Deve pular a casa 1 e agora arremessar a pedra à casa número 2, repetindo o mesmo processo, e assim sucessivamente até chegar a última casa ou até errar, quando então cede a sua vez ao seguinte.
- Constituem erros jogar a pedrinha fora da casa desejada ou sobre uma linha da figura; apoiar-se com dois pés no interior de uma mesma casinha; trocar o pé de apoio durante o percurso e esquecer de pegar a pedrinha.- Depois de cada criança ter tido sua vez, o primeiro recomeça da casa onde estava ao errar, e assim por diante, até alguém alcançar o 10.
- Vence quem terminar a amarelinha toda primeiro.

Para saber mais:
Brincar: crescer e aprender, de Adriana Friedmann, editora Moderna, 1996
Brincadeiras infantis nas aulas de matemática Kátia Stocco Smole, Maria Ignez Diniz e Patrícia Cândido, editora Artmed, 2001

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Brincadeiras para final de aula...

1 - Compreensão dos absurdos
Diga para as crianças que você vai dizer algumas frases e ao final de cada uma, elas terão que dizer se é ABSURDO ou VERDADE.
Vou postar somente absurdos, frases verdadeiras você vai dizendo entre um e outro absurdo.

  1. Vi um cachorro escovando os dentes.
  2. Minha gatinha gosta de passar batom.
  3. Papai guarda o carro na casinha do cachorro.
  4. O cavalo pegou todo o dinheiro e foi depositar no banco.
  5. Mamãe guardou o sapato na geladeira.
  6. Gosto de café com pimenta e sal.
  7. A gatinha Mimi botou dois ovos.
  8. A bicicleta chegou apitando e soltando fumaça.
  9. Cortei um pedaço de leite para meu amigo.
  10. Papai ganhou um vestido novo.
  11. Plantei a rosa no vaso do banheiro.
  12. Mamãe varreu toda a casa com a escova de dentes.
  13. Ganhei ovinhos de Páscoa no Natal.
  14. Jéssica come pão com sabão em pó.
  15. Maria lava roupa com margarina.
  16. Bebi um pouco de farofa...

2 - Analogia verbal...

Peça que as crianças vão completando as frases que você inicia envolvendo relação de cores, tamanho, gênero, número, etc.

  1. A cenoura é alaranjada, o tomate é .....
  2. A abóbora é grande, a uva é.....
  3. O gato faz par com a ..........
  4. O cachorro faz par com a .........
  5. Eu tenho uma flor, se ganhar mais uma fico com duas ...............
  6. O feijão é preto, o arroz é ..............
  7. Clara tem uma banana, se eu der a ela mais uma ela ficará com .......
  8. O papai é marido da ......
  9. O tio é marido da .....
  10. O leite é branco, o café é .......
  11. O moranguinho é pequeno, a melancia é ........
  12. O gelo é frio, o fogo é ..........
  13. O céu é azul, a grama é ..........
  14. A vovó é mãe da ..............

3 - Vamos imaginar uma coisa

Vá falando aluno por aluno, para que ele imagine uma coisa que seja...

  1. muito macia
  2. muito dura
  3. muito alta
  4. muito bonita
  5. muito reta
  6. muito fria
  7. bem torta
  8. muito quente
  9. molhada
  10. quente
  11. preta
  12. grande
  13. pquena
  14. azul
  15. vermelha
  16. alegre
  17. branca
  18. muito gostosa
  19. com gosto ruim
  20. melada
  21. salgada
  22. suja
  23. doce
  24. com cheiro ruim
  25. com cheiro gostoso

4 - O que encontramos?

  1. numa casa encontramos...........
  2. numa praia tem......
  3. num clube tem.....
  4. num jardim tem....
  5. no supermercado...
  6. na feira...
  7. na rodoviária...
  8. na escola...
  9. na igreja....
  10. no hospital...

5 - Escondendo um objeto

Colocar vários objetos em cima da mesa para que todos observem. Escolher uma criança para que se ausente um pouco e esconder um dos objetos. Quando a criança retornar deverá descobrir qual objeto não está mais lá.

6 - O comandante mandou

Todos os alunos deverão obedecer as ordens.

O comandante mandou...

  1. dar um passo à frente
  2. dar um pulinho pra tras
  3. ficar na ponta dos pés
  4. colocar as mãos na cabeça
  5. fazer continência
  6. levantar o braço direito
  7. levantar o pé esquerdo
  8. tocar corneta
  9. virar estátua
  10. tirar o chapéu
  11. dar uma reboladinha
  12. mostrar a língua
  13. dar uma risadinha
  14. olhar pro teto
  15. olhar pro umbigo
  16. apertar o nariz
  17. colocar o braço direito por cima da cabeça e segurar a orelha esquerda.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Gincana Semana das crianças

1-CORRIDA DA ROUPA
Um varal amarrada (cadeira) pendurar duas camisetas uma para cada equipe.
Ao sinal o primeiro aluno de cada fileira deverá ir até o varal colocar a camiseta e retornar para sua equipe tirar a camiseta e entregar para o próximo companheiro, este deverá vestir a camiseta ir até o varal tirar a camiseta e pendurara-la.

2-SEPARAR CEREAIS
Pratos descartáveis ou vasilhas com arroz, feijão/ feijão e macarrão. Duas fileiras, ao sinal o primeiro aluno de cada fileira deverá ir até a seu prato e separar os cereais.

3- COPO VOADOR
Um copo descartável e um barbante fino ou linha de sapateiro. O barbante deverá estar amarrado nas extremidades e o copo descartável com um furo para passar o barbante. Ao sinal o primeiro aluno de cada equipe deverá sobrar o copo para que ele chegue do outro lado do barbante.

4 – ABRE E FECHA
Duas garrafas pet com tampas. Ao sinal do primeiro aluno de cada fileira deverá abrir a garrafa e passar para o companheiro de trás este deverá fechar a garrafa, assim sucessivamente.

5- CARREGUE A BOLINHA
Duas mãos grandes e bolinhas coloridas. Ao sinal o primeiro aluno de cada fileira deverá equilibrar a bolinha na mão grande e leva-la ate um ponto determinado, voltar entregar a mão para o companheiro que deverá fazer o mesmo percurso.

6- GARRAFA CHEIA
Duas esponjas, dois baldes com água e duas garrafas pet. O ultimo aluno deverá estar com uma esponja e deverá molhar a esponja e passar para os companheiros da frente até que chegue ao primeiro, este deverá correr até a garrafa espremer a esponja para encher a garrafa, volta para o ultimo lugar molha a esponja passa novamente para os companheiros da frente, assim sucessivamente.

7- ESTOURO DAS BEXIGAS.
Bexigas para cada aluno da equipe. Ao sinal encher a bexiga até estourar.

8- CORRIDA DO SACO
Saco de estopa. Duas fileiras uma de frente a outra. Ao sinal o primeiro aluno de cada equipe deverá pular até a próxima fileira entregar o saco para o companheiro que deverá retornar assim sucessivamente.

9 – CORRIDA DO TÊNIS
Duas equipes sem tênis ( para esta prova todos deveram estar usando tênis de preferência tênis diferente). Ao sinal correr ate um ponto determinado procurar seu tênis e calçar, voltar ao ponto de partida.

10 – CORRIDA DE OBSTACULOS.
06 Garrafas pet amarradas em barbante, e 06 cadeiras amarradas com barbantes. Duas equipes frente aos obstáculos. Ao sinal o primeiro aluno deverá pular as garrafas amarradas com barbante e passar por baixo das cadeiras amarradas com barbantes. Ir até o final voltar bater na mão no companheiro que devera fazer o mesmo percurso.

11- BEXIGAS SUSPENSAS
Uma bexiga pendurada, duas crianças com o olhos vendados , com o jornal (formato de espada) na mão. Ao sinal tentar acertar a bexiga.

12 – TODOS MOLHADOS
Todos os alunos da classe, dois a dois com uma bexiga na mão frente a frente. Jogar a bexiga um para o outro tentando não deixar cair no chão se não... (chuaaaaa) . Termina a brincadeira quando não tiver mais bexigas cheias.