Mostrando postagens com marcador Geografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Geografia. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de abril de 2012

Diferença entre mares e oceanos

Oceanos e mares: oceanos são grandes porções de água localizadas muito longe da costa dos países, já os mares são as porções de água que banham tais costas.
Quem nunca ouviu a expressão “O pirata dos sete mares”.
Mas “pera” aí, quer dizer que existem apenas sete mares no mundo?
A expressão sete mares vem da Idade Média, dos livros ficcionais europeus e árabes.
Uma das fontes desta expressão é o livro oriental “As Mil e Uma Noites”, que contava história de aventura. Uma delas era a de Simbab, um corajoso marinheiro que vivia cruzando os Sete Mares.
Com o tempo este termo designava um grupo de nove mares, que eram: Mar Adriático, Mar Arábico, Mar Cáspio, Mar Mediterrâneo, Mar Negro, Golfo Pérsico e Mar Vermelho.
Mar
Hoje em dia ainda utiliza-se tal expressão, só que de uma nova forma,  agora os “Sete Mares” significam os oceanos (Pacífico Norte, Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul, Índico, Ártico e Antártico) do nosso planeta.
Deixando de lado expressões e afins, voltemos a falar de todos os mares do mundo.

Veja os nomes de todos os mares existentes (ao todo somam 62):

Oceano Pacífico
Mar de Bering
Golfo do Alasca
Mar de Cortez (também chamado de Golfo da Califórnia)
Mar de Okhotsk
Mar do Japão
Mar da China Oriental
Mar da China do Sul
Mar de Sulu
Mar das Célebes
Mar de Bohol (também chamado de Mar de Mindanao)
Mar das Filipinas
Mar de Flores
Mar de Banda
Mar de Arafura
Mar de Timor
Mar de Tasmânia
Mar Amarelo
Mar de Coral

Oceano Atlântico
Baía de Hudson
Baía de James
Baía de Baffin
Golfo de São Lourenço
Mar do Caribe
Golfo do México
Mar de Sargaço
Mar do Norte
Mar Báltico
Golfo da Bótnia
Mar da Irlanda
Mar Mediterrâneo
Mar Adriático
Mar Egeu
Mar Negro
Mar de Azov
Mar Jônico
Mar da Ligúria
Mar Mirtoano
Mar Tirreno
Golfo de Sidra
Mar de Mármara
Mar de Creta
Baía de Biscaia
Golfo da Guiné

Oceano Índico
Mar Vermelho
Golfo de Áden
Golfo Pérsico
Golfo de Oman
Mar da Arábia
Baía de Bengala
Mar de Java

Oceano Ártico
Mar de Barents
Mar de Kara
Mar de Beaufort
Golfo de Amudsen
Mar de Chukchi
Mar de Laptev

Oceano Ántártico
Mar de Weddell
Mar de Ross

Mares fechados
Mar de Aral
Mar Cáspio
Mar Morto
Mar da Galiléia
Mares que fazem parte de outros mares, maiores, foram contados. O Mar de Azov, por exemplo, faz parte do Mar Negro, que pode ser incluído no Mar Mediterrâneo, com o qual se conecta.

Informações obtidas em:  http://ihaa.com.br/nomesinformacoes-sobre-os-principais-mares-do-mundo

sábado, 14 de abril de 2012

Você sabe por que cada Estado recebeu o nome que tem?


Acre: Vem de áquiri, touca de penas usada pelos índios munducurus.

Alagoas: O nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.

Amazonas: Nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.

Bahia: O nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.

Ceará: Vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.

Espírito Santo: Denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.

Goiás: Do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.

Maranhão: Do tupi, mba’ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.

Mato Grosso: O nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.

Minas Gerais: O nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.

Pará: Do tupi, pa’ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.

Paraíba: Do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável.

Paraná: Do guarani pa’ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.

Pernambuco: Do tupi, para’nã, rio caudaloso, e pu’ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar. Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe.

Piauí: Do tupi, pi’au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.

Rio de Janeiro: O nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1º de janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.

Rio Grande do Norte: Derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.

Rio Grande do Sul: Primeiramente conhecido como Rio Grande de São Pedro. A Barra do Rio Grande de São Pedro, foi um ponto geográfico estratégico para a fixação do domínio lusitano no sul do país. Local ideal para que lá se instalasse um reduto militar com acesso marítimo ao interior pelo canal Rio Grande que liga a lagoa dos Patos ao oceano.

Rondônia: O nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.

Santa Catarina: Nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.

São Paulo: Denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.

Sergipe: Do tupi, si’ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.

Tocantins: Nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano.
 
Fonte:  http://sugestoescolaresdiversas.blogspot.com.br
 

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O significado dos nomes dos Estados Brasileiros

Acre: Vem de áquiri, touca de penas usada pelos índios munducurus.

Alagoas: O nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.

Amazonas: Nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.

Bahia: O nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.

Ceará: Vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.

Espírito Santo: Denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.

Goiás: Do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.

Maranhão: Do tupi, mba’ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.

Mato Grosso: O nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.

Minas Gerais: O nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.

Pará: Do tupi, pa’ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.

Paraíba: Do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável.

Paraná: Do guarani pa’ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.

Pernambuco: Do tupi, para’nã, rio caudaloso, e pu’ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar. Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe.

Piauí: Do tupi, pi’au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.

Rio de Janeiro: O nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1º de janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.

Rio Grande do Norte: Derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.

Rio Grande do Sul: Primeiramente conhecido como Rio Grande de São Pedro. A Barra do Rio Grande de São Pedro, foi um ponto geográfico estratégico para a fixação do domínio lusitano no sul do país. Local ideal para que lá se instalasse um reduto militar com acesso marítimo ao interior pelo canal Rio Grande que liga a lagoa dos Patos ao oceano.

Rondônia: O nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.

Santa Catarina: Nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.

São Paulo: Denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.

Sergipe: Do tupi, si’ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.

Tocantins: Nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano.
 
Fonte: http://www.significadodosnomes.com/estadosdobrasil.php

quarta-feira, 13 de maio de 2009

África: a diversidade num continente






O continente africano é amplamente conhecido pelas suas belezas naturais, principalmente quando se refere à grandiosa vida selvagem. Porém, o que encontramos de imenso neste continente é uma enorme diversidade física e sócio-econômica, pois existe neste espaço desde extensos vales férteis, aonde a vida parece não ter fim, até desertos gigantes, como é o caso do Saara, o maior do mundo. O contraste da pobreza e riqueza também é muito visível por toda sua extensão continental, sendo caracterizado principalmente pelas péssimas condições de vida em muitos países. O termo “berço da humanidade” é dado em razão da África abrigar uma das civilizações mais antigas e intrigantes do globo, os egípcios, que formaram um poderoso “império” a 4 mil anos atrás. Portanto, toda essa riqueza cultural e natural existente no continente, torna a África um espaço muito particular.
Em conseqüência a esta diversidade, não é tarefa fácil dividir a África por regiões devido a sua heterogenidade ao longo do continente. Porém, pode-se definir duas formas básicas de classificação regional: as questões físicas (localização geográfica) e questões humanas (cultura/ocupação)


África: cinco regiões num continente
Ao visualizar um mapa da África, pode-se ver que dividir o mesmo por regiões a partir da sua localização espacial nos sentidos Norte, Sul, Leste e Oeste é bem possível. Dessa forma, classifica-se o continente em cinco regiões distintas quanto a sua posição geográfica: Norte da África, Oeste da África, África Central, Leste da África e Sul da África.

Norte da África: como o próprio nome já diz, é a área situada ao norte do continente e que vem a ser banhado pelo Mar Mediterrâneo, em sua maioria, fazendo parte desta região cinco países. Também não se pode esquecer que ao sul desta região se encontra o deserto do Saara.

Oeste da África: é uma região muito confusa do ponto de vista político. São quinze nações que dividem um espaço caracterizado por áreas desérticas (Saara, ao norte) e florestas tropicais. Em sua economia local, a exploração de petróleo destaca-se com uma atividade bem atraente para os países.

África Central: caracterizada pelos inúmeros conflitos da década de 90 que marcaram profundamente a região, a África Central ficou conhecida no mundo pelos conflitos no Zaire que o transformaram em República Democrática do Congo. Oito países fazem parte desta região, destacada por grandes florestas tropicais em razão de estar na latitude 0 do globo.

Leste da África: também conhecida como “Chifre da África”, por sua forma física do extremo leste africano, é uma área bem diversificada por ter países bem estruturados e urbanizados, como é o caso do Quênia, e em contraponto a isto, existe à Somália e Etiópia, nações mergulhadas em problemas gerados pelas suas guerras civis. Nesta região encontram-se dez países bem distintos, tantos nos aspectos físicos como humanos. É na divisa entre Uganda, Tanzânia e Quênia que existe o lago Vitória, que é considerado a nascente do rio Nilo.



Sul da África: o extremo sul africano é representado pelas diferenças existente ente os onze países no campo sócio-econômico, principalmente, pois o contraste entre a África do Sul, nação bem desenvolvida, se comparada aos outros países africanos, em relação aos demais é visivelmente percebido. Este país exerce um poder centralizador nesta região, onde a economia é seu ponto forte. Observa-se também uma diversidade natural neste espaço, em razão de possuir grandes vales férteis e vastos desertos como o Kalahari, sendo no delta do Okavango (Botsuana) acontece uma das maiores e mais impressionantes migrações do mundo, a dos gnus.